Lamine Diack, ex-presidente da World Athletics, é condenado a dois anos de prisão por corrupção

O ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo (atual World Athletics), senegalês Lamine Diack, 87 anos, foi condenado a dois anos de prisão, pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência. Segundo a imprensa internacional, ele teria aceitado propinas de atletas suspeitos de doping, para que omitisse os resultados dos exames, permitindo assim, competir nas Olimpíadas de Londres em 2012. A pena foi aplicada por um Tribunal na França. Além disso, o réu foi multado no valor de R$ 3 milhões. 

Junto ao ex-mandatário, seu filho, Papa Massata, também foi condenado pelo mesmo crime de corrupção e recebeu pena de cinco anos à revelia. Ele é acusado de desviar o valor de 15 milhões de dólares (aproximadamente R$ 78 milhões) em comissões, contratos de TV e venda de direitos para suas empresas, enquanto seu pai liderava a Federação. O ex-consultor de marketing da entidade foi multado em R$ 6 milhões.

Foram condenados também outros quatro réus: Gabriel Dollé, ex-chefe de antidoping da IAAF; conselheiro de Lamine Diack, Habib Cisse; ex-presidente da Federação Russa de Atletismo, Valentin Balakhnichev e Alexei Melnikov, ex-técnico de salto em distância da seleção russa.

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