{"id":89695,"date":"2018-01-16T19:20:13","date_gmt":"2018-01-16T21:20:13","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2018\/01\/16\/aumenta-a-oferta-de-emprego-na-industria-brasileira\/"},"modified":"2018-01-16T19:20:13","modified_gmt":"2018-01-16T21:20:13","slug":"aumenta-a-oferta-de-emprego-na-industria-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=89695","title":{"rendered":"Aumenta a oferta de emprego na ind\u00fastria brasileira"},"content":{"rendered":"<p>O emprego na ind\u00fastria brasileira cresceu 0,3% em novembro na compara\u00e7\u00e3o com outubro do ano passado, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais, no segundo m\u00eas consecutivo de melhora no emprego. A taxa \u00e9 a maior registrada desde novembro de 2014, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais divulgada hoje, 16, pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI).<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma taxa de crescimento mensal que, embora ainda baixa, \u00e9 a maior desde fevereiro de 2014, quando registrou 0,7%. J\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada subiu para 78,3%\u201d, diz o documento.&nbsp;Segundo os indicadores, o crescimento de 0,6% no n\u00famero de horas trabalhadas, tamb\u00e9m na s\u00e9rie dessazonalizada, reverte a queda registrada no m\u00eas anterior, e o aumento de 78,3% da capacidade instalada representa o maior n\u00edvel desde desde fevereiro de 2016.<\/p>\n<p>Apesar da confirma\u00e7\u00e3o da recupera\u00e7\u00e3o industrial do pa\u00eds, os demais indicadores de novembro, em compara\u00e7\u00e3o a outubro, continuam negativos. O faturamento caiu 0,6%, a massa real de sal\u00e1rios recuou 0,8% e o rendimento m\u00e9dio do trabalhador diminuiu 0,5% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior.&nbsp;Para o economista da CNI, Marcelo Azevedo, \u201cos resultados positivos est\u00e3o ficando mais frequentes, o que indica que a atividade industrial est\u00e1 se recuperando lentamente\u201d. Segundo o economista, ao longo dos \u00faltimos meses, os \u00edndices est\u00e3o alternando resultados positivos e negativos e, com isso, n\u00e3o mostram uma trajet\u00f3ria sustentada de crescimento.<\/p>\n<p>\u201cAssim, faltando apenas um m\u00eas para que todos os resultados de 2017 estejam dispon\u00edveis, o acumulado de 2017, comparado a igual per\u00edodo de 2016, mostra queda de emprego, horas trabalhadas, massa salarial real e faturamento real&#8221;, disse Azevedo.<\/p>\n<p>De acordo com os dados, o rendimento m\u00e9dio real do trabalhador, beneficiado pela infla\u00e7\u00e3o em queda, aponta crescimento, e que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada industrial m\u00e9dia em 2017, at\u00e9 novembro, supera em 0,3 ponto percentual a m\u00e9dia do mesmo per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>Azevedo destacou que, no acumulado de janeiro a novembro de 2017, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016, a maioria dos indicadores apresenta quedas. \u201cNesta base de compara\u00e7\u00e3o, o faturamento diminuiu 0,7%, as horas trabalhadas na produ\u00e7\u00e3o ca\u00edram 2,3%, o emprego recuou 2,9% e a massa real de sal\u00e1rios encolheu 2%, mas o rendimento m\u00e9dio do trabalhador aumentou 1%, favorecido pela queda da infla\u00e7\u00e3o e a utiliza\u00e7\u00e3o m\u00e9dia da capacidade instalada aumentou 0,3 ponto percentual.<\/p>\n<p><strong>Dados ao longo do ano<\/strong><\/p>\n<p>Os dados da CNI indicam que o faturamento real da ind\u00fastria vem oscilando ao longo do ano, embora mantendo a tend\u00eancia de alta. O faturamento real caiu 0,6% em novembro, ap\u00f3s dois meses consecutivos de crescimento.<\/p>\n<p>Apesar da queda frente a outubro, o faturamento de novembro de 2017, no entanto, \u00e9 5,3% maior que o registrado em novembro de 2016. J\u00e1 o faturamento industrial acumulado at\u00e9 novembro do ano passado \u00e9 0,7% inferior ao observado em igual per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>Por outro lado, o emprego industrial aumentou 0,3% entre outubro e novembro, descontados os efeitos sazonais, registrando o terceiro m\u00eas consecutivo sem queda do emprego e a taxa de crescimento mensal \u00e9 a maior desde fevereiro de 2014, quando registrou 0,7% de crescimento.<\/p>\n<p>Apesar do aumento no m\u00eas, o emprego em novembro de 2017 \u00e9 0,7% inferior ao registrado em novembro de 2016 e o acumulado no ano \u00e9 2,9% menor que o acumulado em igual per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>As horas trabalhadas aumentaram 0,6%, revertendo a queda de mesma intensidade do m\u00eas anterior. As horas trabalhadas em novembro de 2017 superam em 0,4% o registrado em novembro de 2016, mas o acumulado no ano \u00e9 2,3% menor<\/p>\n<p><strong>Massa e Rendimento salarial<\/strong><\/p>\n<p>A oscila\u00e7\u00e3o dos v\u00e1rios dados dos segmentos industriais se verifica tamb\u00e9m no que diz respeito \u00e0 massa salarial paga ao trabalhador que fechou em queda de 0,8% em novembro, frente a outubro do ano passado, alternando varia\u00e7\u00f5es mensais negativas e positivas do longo do segundo semestre do ano, registrando, contudo, quedas mais fortes.<\/p>\n<p>Com isso, a massa salarial de novembro de 2017 \u00e9 0,1% menor que a massa paga no mesmo m\u00eas de 2016, enquanto o acumulado no ano \u00e9 2% inferior ao registrado no mesmo per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m fechou em queda o rendimento m\u00e9dio real, que recuou 0,5% em novembro ap\u00f3s os ajustes sazonais. O resultado reverte parcialmente o crescimento do m\u00eas anterior, de 0,9%. Nos \u00faltimos meses, o rendimento vem alternando varia\u00e7\u00f5es positivas e negativas. Ainda assim, o rendimento m\u00e9dio real de novembro de 2017 \u00e9 0,7% superior ao registrado em novembro de 2016, enquanto o rendimento acumulado no ano \u00e9 1% maior.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O emprego na ind\u00fastria brasileira cresceu 0,3% em novembro na compara\u00e7\u00e3o com outubro do ano passado, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais, no segundo m\u00eas consecutivo de melhora no emprego. 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