{"id":86771,"date":"2017-12-05T18:47:19","date_gmt":"2017-12-05T20:47:19","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/12\/05\/vacina-desenvolvida-com-o-apoio-da-fapemig-atua-contra-a-dependencia-quimica\/"},"modified":"2017-12-05T18:47:19","modified_gmt":"2017-12-05T20:47:19","slug":"vacina-desenvolvida-com-o-apoio-da-fapemig-atua-contra-a-dependencia-quimica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=86771","title":{"rendered":"Vacina desenvolvida com o apoio da Fapemig atua contra a depend\u00eancia qu\u00edmica"},"content":{"rendered":"<p>Problema de sa\u00fade p\u00fablica, a depend\u00eancia qu\u00edmica, independentemente de qual seja, vem apresentando margem crescente de aumento no consumo, principalmente entre adolescentes. \u00c1lcool, maconha, cigarro, crack e coca\u00edna est\u00e3o entre as drogas mais consumidas pelos brasileiros, sendo os efeitos desta \u00faltima o mais devastador.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que a depend\u00eancia qu\u00edmica de coca\u00edna pode estar com os seus dias contados. Pesquisadores do departamento de Qu\u00edmica e Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), desenvolveram uma subst\u00e2ncia capaz de induzir o corpo a produzir um anticorpo contra o entorpecente.<\/p>\n<p>O estudo, coordenado pelo professor de psiquiatria da UFMG, Frederico Duarte Garcia, buscou tratar o v\u00edcio em coca\u00edna com a pr\u00f3pria mol\u00e9cula da droga. \u201cOs anticorpos produzidos se ligam \u00e0 mol\u00e9cula de coca\u00edna na corrente sangu\u00ednea e impedem a passagem pela barreira hematoencef\u00e1lica\u201d, explica Garcia.<\/p>\n<p>Em outras palavras, a subst\u00e2ncia bloqueia a entrada da droga no c\u00e9rebro, impedindo, assim, o seu efeito. Sem a sensa\u00e7\u00e3o da droga, o ciclo do v\u00edcio pode ser quebrado. A ideia \u00e9 que a medida seja empregada juntamente com outros meios terap\u00eauticos, contribuindo para impedir a reca\u00edda.<\/p>\n<p>De acordo com Garcia, j\u00e1 foi poss\u00edvel sintetizar e caracterizar algumas novas mol\u00e9culas. Al\u00e9m disso, j\u00e1 houve o teste em animais, realizado com seguran\u00e7a. O pesquisador afirma que o pr\u00f3ximo passo \u00e9 o estudo de Fase I em humanos. \u201cSe tudo der certo, acreditamos que at\u00e9 meados de 2018 j\u00e1 come\u00e7aremos a pesquisa em humanos\u201d, pontua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>CEN\u00c1RIO SEGUNDO IBGE<\/h4>\n<p>Levantamento realizado por meio da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade do Escolar, realizada, em 2015, a partir de conv\u00eanio celebrado com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e o apoio do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o apontou aumento no percentual de estudantes do 9\u00ba ano que j\u00e1 experimentaram drogas il\u00edcitas (maconha, coca\u00edna, crack, cola, lol\u00f3, lan\u00e7a-perfume, ecstasy etc.), passando de 7,3% em 2012 para 9,0% em 2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Minas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Problema de sa\u00fade p\u00fablica, a depend\u00eancia qu\u00edmica, independentemente de qual seja, vem apresentando margem crescente de aumento no consumo, principalmente entre adolescentes. \u00c1lcool, maconha, cigarro, crack e coca\u00edna est\u00e3o entre as drogas mais consumidas pelos brasileiros, sendo os efeitos desta \u00faltima o mais devastador. 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