{"id":85565,"date":"2017-11-20T11:17:06","date_gmt":"2017-11-20T13:17:06","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/11\/20\/dnit-e-exercito-iniciam-quarta-etapa-de-pesquisa-sobre-rodovias-brasileiras\/"},"modified":"2017-11-20T11:17:06","modified_gmt":"2017-11-20T13:17:06","slug":"dnit-e-exercito-iniciam-quarta-etapa-de-pesquisa-sobre-rodovias-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=85565","title":{"rendered":"Dnit e Ex\u00e9rcito iniciam quarta etapa de pesquisa sobre rodovias brasileiras"},"content":{"rendered":"<p>O que fazer para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fego das estradas brasileiras? Para ajudar na formula\u00e7\u00e3o de repostas a essa pergunta, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em parceria com o Comando de Opera\u00e7\u00f5es Terrestres do Ex\u00e9rcito (Coter) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), iniciou nesse s\u00e1bado, 18, a quarta etapa de pesquisa nas principais rodovias federais do pais. O levantamento vai at\u00e9 a pr\u00f3xima sexta-feira, 24.<\/p>\n<p>A Pesquisa de Origem e Destino, inclu\u00edda no Plano Nacional de Contagem de Trafego (PNCT), vai coletar elementos que permitam a elabora\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico das estradas, com base no qual ser\u00e1 poss\u00edvel desenvolver as solu\u00e7\u00f5es para os problemas identificados.<\/p>\n<p>O PNCT, originalmente criado em 1975 para os estados do Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Minas Gerais, foi interrompido em 2001 por contingenciamento de recursos e retomado apenas em 2013 por meio de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica firmada com o Ex\u00e9rcito Brasileiro para o servi\u00e7o de contagem de tr\u00e1fego em pontos espec\u00edficos da malha rodovi\u00e1ria federal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>CONTANDO VE\u00cdCULOS<\/h4>\n<p>Em sua quarta fase, a pesquisa pretende levantar os dados em 66 pontos de coleta, em 19 estados brasileiros, completando assim o levantamento previsto de 300 postos. O chefe do Comando de Opera\u00e7\u00f5es Terrestres do Ex\u00e9rcito, coronel Jorge Fernando do Nascimento, explica que, na verdade, s\u00e3o duas pesquisas.<\/p>\n<p>&#8220;Uma pesquisa vai contar e classificar por tipo os ve\u00edculos que passarem pelo posto. Ou seja, se \u00e9 motocicleta, autom\u00f3vel, caminh\u00e3o, se \u00e9 caminh\u00e3o, de que tamanho, quantos eixos, capacidade de carga etc. Na outra pesquisa, os motoristas v\u00e3o responder voluntariamente a um question\u00e1rio mais amplo, informando n\u00e3o s\u00f3 a origem e o destino da viagem, mas tamb\u00e9m a finalidade do deslocamento, o tipo de veiculo, o combustivel que usa, se leva carga, que tipo de carga etc&#8221;, acrescentou o coronel Nascimento.<\/p>\n<p>Todas essas informa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o enviadas para o Coter e depois encaminhadas \u00e0 UFRJ que vai process\u00e1-las e analis\u00e1-las.<\/p>\n<p>De acordo com Nascimento, os 2.600 militares envolvidos na opera\u00e7\u00e3o passaram por um processo de capacita\u00e7\u00e3o e est\u00e3o divididos em grupos sob o comando de um tenente com mais tr\u00eas ou quatro sargentos. &#8220;\u00c9 uma estrutura de organiza\u00e7\u00e3o militar normalmente usada pelo Exercito sempre que temos esse tipo de opera\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo os dados do Dnit, nas tr\u00eas primeiras etapas, 1.010 motoristas foram entrevistados e 12,7 milh\u00f5es ve\u00edculos foram contados. Na primeira fase, realizada em junho do ano passado em 60 postos, foram entrevistados 214 mil condutores e contados 3,5 milh\u00f5es de ve\u00edculos. A segunda etapa, em novembro de 2016, tamb\u00e9m em 60 postos, contabilizou 297 mil entrevistas e 2,3 milh\u00f5es de ve\u00edculos. J\u00e1 na terceira etapa, em julho deste ano, a pesquisa ouviu mais de 500 mil condutores, al\u00e9m de contar 6,9 milh\u00f5es de ve\u00edculos em 117 postos nas cinco regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>PLANEJANDO CAMINHOS<\/h4>\n<p>O principal objetivo da Pesquisa de Origem e Destino \u00e9, de acordo com informa\u00e7\u00f5es do Dnit, fornecer subs\u00eddios para os estudos de planejamento em geral, estudos econ\u00f4micos e projetos rodovi\u00e1rios, essenciais ao estabelecimento de crit\u00e9rios, entre outros objetivos, para que o governo possa &#8220;planejar o sistema rodovi\u00e1rio; programar necessidades e prioridades de melhoria no sistema rodovi\u00e1rio, medir a demanda atual de servi\u00e7os por esse tipo de via, estabelecer as tend\u00eancias de tr\u00e1fego no futuro, avaliar o fluxo existente de tr\u00e1fego em rela\u00e7\u00e3o ao sistema rodovi\u00e1rio atual, estimar os benef\u00edcios dos usu\u00e1rios nas estradas, estabelecer uma classifica\u00e7\u00e3o do sistema rodovi\u00e1rio, Justificar e planejar o policiamento, projetar pavimento e outros elementos de rodovia e localizar e projetar instala\u00e7\u00f5es para a opera\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Esse diagn\u00f3stico de tr\u00e1fego \u00e9 importante para a identifica\u00e7\u00e3o dos principais corredores de transporte com gargalos log\u00edsticos e da consequente necessidade de expans\u00e3o ou adequa\u00e7\u00e3o de capacidade das rodovias, al\u00e9m de ser ferramenta fundamental para as atividades de projeto, constru\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria&#8221;, disse o coordenador de Planejamento da Diretoria de Planejamento e Investimentos do Dnit, engenheiro Leonardo Roberto Perim. Em resumo, isso significa dar ao pa\u00eds condi\u00e7\u00f5es de planejar, de maneira mais eficiente, os caminhos por onde passa o PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) brasileiro.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que fazer para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fego das estradas brasileiras? Para ajudar na formula\u00e7\u00e3o de repostas a essa pergunta, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em parceria com o Comando de Opera\u00e7\u00f5es Terrestres do Ex\u00e9rcito (Coter) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), iniciou nesse s\u00e1bado, 18, a quarta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":96,"featured_media":85564,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[302],"tags":[],"class_list":["post-85565","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil-mundo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/85565","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/96"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=85565"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/85565\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/85564"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=85565"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=85565"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=85565"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}