{"id":84513,"date":"2017-11-01T21:42:57","date_gmt":"2017-11-01T23:42:57","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/11\/01\/indicadores-da-industria-tem-recuo-em-setembro-mas-cni-diz-que-queda-estancou\/"},"modified":"2017-11-01T21:42:57","modified_gmt":"2017-11-01T23:42:57","slug":"indicadores-da-industria-tem-recuo-em-setembro-mas-cni-diz-que-queda-estancou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=84513","title":{"rendered":"Indicadores da ind\u00fastria t\u00eam recuo em setembro, mas CNI diz que queda estancou"},"content":{"rendered":"<p>O setor industrial amargou resultados negativos no m\u00eas de setembro, de acordo com a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). Em compara\u00e7\u00e3o com agosto, todos os indicadores registraram recuo, tais como faturamento, utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada, emprego, horas trabalhadas e massa salarial. Os dados integram a pesquisa Indicadores Industriais, que foi divulgada nesta quarta-feira, 1\u00ba.<\/p>\n<p>O faturamento da ind\u00fastria caiu 0,9% de um m\u00eas para o outro, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais. Este \u00e9 o segundo m\u00eas consecutivo de queda no indicador. No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o faturamento est\u00e1 2,9% abaixo do registrado no mesmo per\u00edodo de 2016. A situa\u00e7\u00e3o, segundo a CNI, revela dificuldade da ind\u00fastria para manter uma trajet\u00f3ria firme de crescimento, mas, por outro lado, indica que o ritmo de queda foi paralisado. \u201cN\u00e3o estamos descendo ladeira\u201d, resume o economista da confedera\u00e7\u00e3o Marcelo Azevedo.<\/p>\n<p>O n\u00famero de empregados na ind\u00fastria caiu 0,1%. O economista da CNI argumenta que a ind\u00fastria est\u00e1 demonstrando dificuldade em produzir e garantir postos de trabalho, por isso as demiss\u00f5es continuam ocorrendo, mas avalia que esse processo se d\u00e1, agora, em menor intensidade do que o que vinha sendo registrado.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o do acumulado no ano at\u00e9 setembro de 2017 e igual per\u00edodo de 2016, a queda chega a 3,4%. Segundo a CNI, a massa salarial real caiu 1,2%. No acumulado do ano de janeiro a setembro, a massa salarial est\u00e1 2,4% abaixo do mesmo per\u00edodo de 2016. J\u00e1 o rendimento m\u00e9dio real caiu 2,2% em setembro frente a agosto, mas o acumulado no ano at\u00e9 setembro \u00e9 1,1% maior que o registrado em igual per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>Tendo em vista esse per\u00edodo mais largo, Azevedo explica a diferen\u00e7a entre os resultados obtidos nos \u00edndices massa e rendimento pelo fato de, \u201cpor mais que, individualmente, cada um dos empregados esteja ganhando mais, o que tem efeito na infla\u00e7\u00e3o, a massa paga \u00e9 ainda menor\u201d. Ele acrescenta que a massa menor expressa que menos pessoas est\u00e3o sendo pagas.<\/p>\n<p>As horas trabalhadas na produ\u00e7\u00e3o recuaram 0,1% em setembro frente a agosto. Nos \u00faltimos tr\u00eas meses, as mudan\u00e7as n\u00e3o foram bruscas. O \u00edndice havia crescido 0,2% em julho e 0,1% em agosto. As horas trabalhadas recuam 2,7% frente a setembro de 2016 e caem 3% na compara\u00e7\u00e3o do acumulado entre janeiro e setembro de 2017 com igual per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria operou, em m\u00e9dia, com 77,5% da capacidade instalada em setembro, na s\u00e9rie livre de efeitos sazonais, uma queda de 0,2 ponto percentual na compara\u00e7\u00e3o com agosto. A utiliza\u00e7\u00e3o dessa capacidade de 2017 \u00e9 id\u00eantica ao que foi visto em 2016. Quanto a CNI compara o dado com a m\u00e9dia para o per\u00edodo janeiro-setembro da s\u00e9rie entre 2003 e 2015, a queda \u00e9 de 4,2 pontos.<\/p>\n<p>Apesar dos n\u00fameros negativos neste m\u00eas, a CNI afirma que a trajet\u00f3ria \u00e9 de melhora, pois a sequ\u00eancia de quedas nos \u00edndices n\u00e3o se verifica mais. Azevedo exp\u00f5e que, embora setembro tenha registrado varia\u00e7\u00f5es negativas, elas n\u00e3o foram intensas. \u201cOs indicadores todos que estamos avaliando mostram que est\u00e1 havendo estabilidade no crescimento. Isso significa que a gente parou de cair, mas ainda em um patamar l\u00e1 embaixo, por isso h\u00e1 muito o que ser feito para crescer\u201d, afirma.<\/p>\n<p>At\u00e9 o fim do ano, ele espera que setores como a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o alavanquem o resultado e gerem um saldo positivo no crescimento industrial em 2017.<\/p>\n<p>Depois, para o economista, \u00e9 preciso garantir que, passada a recess\u00e3o, seja recuperado o patamar de crescimento registrado pelo Brasil antes da crise econ\u00f4mica. \u201cO dever de casa\u201d, segundo ele, inclui qualificar trabalhadores, garantir energia e infraestrutura, al\u00e9m de pre\u00e7os acess\u00edveis de insumos, entre outros itens.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"font-size: 0.813em; color: #333333; line-height: 1.6em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; background-color: #f3f3f3;\">O setor industrial amargou resultados negativos no m\u00eas de setembro, de acordo com a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). Em compara\u00e7\u00e3o com agosto, todos os indicadores registraram recuo, tais como faturamento, utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada, emprego, horas trabalhadas e massa salarial. Os dados integram a pesquisa Indicadores Industriais, que foi divulgada nesta quarta-feira (1\u00ba).<\/p>\n<p style=\"font-size: 0.813em; color: #333333; line-height: 1.6em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; background-color: #f3f3f3;\">O faturamento da ind\u00fastria caiu 0,9% de um m\u00eas para o outro, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais. Este \u00e9 o segundo m\u00eas consecutivo de queda no indicador. No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o faturamento est\u00e1 2,9% abaixo do registrado no mesmo per\u00edodo de 2016. A situa\u00e7\u00e3o, segundo a CNI, revela dificuldade da ind\u00fastria para manter uma trajet\u00f3ria firme de crescimento, mas, por outro lado, indica que o ritmo de queda foi paralisado. \u201cN\u00e3o estamos descendo ladeira\u201d, resume o economista da confedera\u00e7\u00e3o Marcelo Azevedo.<\/p>\n<p style=\"font-size: 0.813em; color: #333333; line-height: 1.6em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; background-color: #f3f3f3;\">O n\u00famero de empregados na ind\u00fastria caiu 0,1%. O economista da CNI argumenta que a ind\u00fastria est\u00e1 demonstrando dificuldade em produzir e garantir postos de trabalho, por isso as demiss\u00f5es continuam ocorrendo, mas avalia que esse processo se d\u00e1, agora, em menor intensidade do que o que vinha sendo registrado.<\/p>\n<p style=\"font-size: 0.813em; color: #333333; line-height: 1.6em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; background-color: #f3f3f3;\">Na compara\u00e7\u00e3o do acumulado no ano at\u00e9 setembro de 2017 e igual per\u00edodo de 2016, a queda chega a 3,4%. Segundo a CNI, a massa salarial real caiu 1,2%. No acumulado do ano de janeiro a setembro, a massa salarial est\u00e1 2,4% abaixo do mesmo per\u00edodo de 2016. J\u00e1 o rendimento m\u00e9dio real caiu 2,2% em setembro frente a agosto, mas o acumulado no ano at\u00e9 setembro \u00e9 1,1% maior que o registrado em igual per\u00edodo de 2016.Fonte: Ag\u00eancia Fonte?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor industrial amargou resultados negativos no m\u00eas de setembro, de acordo com a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). Em compara\u00e7\u00e3o com agosto, todos os indicadores registraram recuo, tais como faturamento, utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada, emprego, horas trabalhadas e massa salarial. Os dados integram a pesquisa Indicadores Industriais, que foi divulgada nesta quarta-feira, 1\u00ba. 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