{"id":82425,"date":"2017-10-03T19:31:37","date_gmt":"2017-10-03T22:31:37","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/10\/03\/mercado-espera-pib-mais-forte-em-2017-e-2018\/"},"modified":"2017-10-03T19:31:37","modified_gmt":"2017-10-03T22:31:37","slug":"mercado-espera-pib-mais-forte-em-2017-e-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=82425","title":{"rendered":"Mercado espera PIB mais forte em 2017 e 2018"},"content":{"rendered":"<p>Economistas das institui\u00e7\u00f5es financeiras revisaram para cima a proje\u00e7\u00e3o de crescimento da economia brasileira para este e para o pr\u00f3ximo ano. Agora, a expectativa dos analistas \u00e9 de que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 0,70% em 2017, ante estimativa anterior de 0,68%.<\/p>\n<p>Para 2018, as proje\u00e7\u00f5es apontam para um crescimento de 2,38% da economia brasileira. Anteriormente, essa estimativa estava em 2,30%. Os n\u00fameros constam do Boletim Focus, documento semanal elaborado pelo Banco Central com estimativas de cerca de 100 analistas.<\/p>\n<p>O aumento da proje\u00e7\u00e3o para o PIB ocorre ap\u00f3s o avan\u00e7o da economia no segundo trimestre do ano. No per\u00edodo, a economia cresceu 0,2%, acima do esperado diante do aumento surpreendente do consumo das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, o pr\u00f3prio Banco Central reviu em um relat\u00f3rio suas proje\u00e7\u00f5es para a economia. Para este ano, a institui\u00e7\u00e3o elevou a estimativa de avan\u00e7o da economia de 0,5% para 0,7% e, em 2018, a aposta \u00e9 de um crescimento ainda maior, de 2,2%.<\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<h4>INFLA\u00c7\u00c3O EM QUEDA<\/h4>\n<p>Para os especialistas consultados pelo Banco Central, o crescimento da economia brasileira se dar\u00e1 em meio a um cen\u00e1rio ainda mais favor\u00e1vel, de queda da infla\u00e7\u00e3o e da taxa b\u00e1sica de juros, a Selic.<\/p>\n<p>Em 2017, a estimativa dos analistas \u00e9 de que o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a infla\u00e7\u00e3o oficial do Pa\u00eds, encerre o ano em 2,95% e fique dentro da meta perseguida pelo Banco Central em 2018, atingindo 4,06%.<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o principal do Banco Central \u00e9 zelar pela estabilidade financeira do Pa\u00eds e controlar a infla\u00e7\u00e3o. Para isso, ele segue uma meta de infla\u00e7\u00e3o, que \u00e9 definida pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN). Atualmente, a meta est\u00e1 fixada em 4,5%, mas permite um patamar m\u00e1ximo de 6% e m\u00ednimo de 3%.<\/p>\n<p>Diante do r\u00e1pido processo de desinfla\u00e7\u00e3o visto no \u00faltimo ano, a meta foi alterada: a meta inflacion\u00e1ria passa a ser de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>JUROS ESTRUTURAIS<\/h4>\n<p>Principal instrumento de combate \u00e0 infla\u00e7\u00e3o, a taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, vem acompanhando esse processo de queda nos pre\u00e7os: recuou de 14,25% ao ano, em junho do ano passado, para os atuais 8,25% ao ano \u2013 o menor n\u00edvel em quatro anos.<\/p>\n<p>Como a Selic \u00e9 utilizada pelo Banco Central para encarecer ou baratear o acesso ao cr\u00e9dito, essa redu\u00e7\u00e3o leva a um aquecimento do consumo e a um aumento da atividade econ\u00f4mica. Isso porque a queda da taxa b\u00e1sica viabiliza mais investimentos do setor produtivo.<\/p>\n<p>Para os economistas, a taxa b\u00e1sica dever\u00e1 chegar ao patamar de 7% ao ano no final de 2017, repetindo o mesmo desempenho ao final do pr\u00f3ximo ano. Caso isso se confirme, o Brasil conviver\u00e1 com os juros mais baixos da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Fonte: Portal Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Economistas das institui\u00e7\u00f5es financeiras revisaram para cima a proje\u00e7\u00e3o de crescimento da economia brasileira para este e para o pr\u00f3ximo ano. Agora, a expectativa dos analistas \u00e9 de que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 0,70% em 2017, ante estimativa anterior de 0,68%. 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