{"id":82080,"date":"2017-09-28T18:30:09","date_gmt":"2017-09-28T21:30:09","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/09\/28\/cai-producao-de-carvao-vegetal-lenha-e-madeira-em-tora-do-extrativismo\/"},"modified":"2017-09-28T18:30:09","modified_gmt":"2017-09-28T21:30:09","slug":"cai-producao-de-carvao-vegetal-lenha-e-madeira-em-tora-do-extrativismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=82080","title":{"rendered":"Cai produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal, lenha e madeira em tora do extrativismo"},"content":{"rendered":"<p>A pesquisa Produ\u00e7\u00e3o da Extra\u00e7\u00e3o Vegetal e da Silvicultura (PEVS) em 2016, divulgada nesta quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostra que, no extrativismo, a produ\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o vegetal caiu 31,7%, a da lenha, 7,4%, e a da madeira em tora, 7%. Segundo o IBGE, a maior fiscaliza\u00e7\u00e3o e a redu\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra dispon\u00edvel para as atividades explicam a queda.<\/p>\n<p>O valor de produ\u00e7\u00e3o da extra\u00e7\u00e3o vegetal nacional totalizou R$4,4 bilh\u00f5es. Os produtos madeireiros da silvicultura \u201cderam uma segurada\u201d no valor deste indicador da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria florestal brasileira, que alcan\u00e7ou R$ 18,5 bilh\u00f5es, em 2016, com aumento de 0,8% ante o resultado de 2015, disse o supervisor da pesquisa, engenheiro agr\u00f4nomo Winicius de Lima Wagner.<\/p>\n<p>O segmento de madeira para papel e celulose teve crescimento de 10,8% na produ\u00e7\u00e3o e de 7,7% em valor de produ\u00e7\u00e3o, atingindo R$5,2 bilh\u00f5es no ano. \u201cComo ele tem uma participa\u00e7\u00e3o significativa na produ\u00e7\u00e3o florestal brasileira, s\u00f3 na silvicultura, responde por 37,1% do valor de produ\u00e7\u00e3o e acaba puxando bastante o valor da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria brasileira para cima\u201d.<\/p>\n<p>A silvicultura, que representou no ano passado mais de tr\u00eas quartos do valor da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria florestal brasileira, correspondendo a 76,1% do total, cresceu 3,2% no valor de produ\u00e7\u00e3o frente o obtido no ano anterior.<\/p>\n<p>O principal segmento que impulsionou a silvicultura foi o de madeira para papel e celulose, com incremento de 10,8%, em fun\u00e7\u00e3o, principalmente, do crescimento da produ\u00e7\u00e3o no Paran\u00e1, de 43,9%, devido \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o do parque industrial no estado. \u201cNo setor de madeira para papel e celulose, o Paran\u00e1 acabou ultrapassando S\u00e3o Paulo, que era o maior produtor at\u00e9 o ano anterior\u201d.<\/p>\n<p>Destaques<\/p>\n<p>Na silvicultura, Wagner chamou a aten\u00e7\u00e3o para o carv\u00e3o vegetal, que tem o principal mercado na ind\u00fastria sider\u00fargica. \u201cComo a ind\u00fastria de siderurgia n\u00e3o teve bom desempenho no ano passado, a produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal caiu 8%\u201d. O valor de produ\u00e7\u00e3o caiu 1%. Minas Gerais manteve-se na lideran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal, por estados, respondendo por 80% do total.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas estados da Regi\u00e3o Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran\u00e1) lideram a produ\u00e7\u00e3o de lenha origin\u00e1ria de \u00e1reas plantadas, com 64,2% do total. O Paran\u00e1 passou \u00e0 frente de S\u00e3o Paulo na produ\u00e7\u00e3o de madeira em tora para papel e celulose da silvicultura, com a Bahia ocupando a terceira posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os produtos n\u00e3o madeireiros do extrativismo, que t\u00eam maior relev\u00e2ncia na pauta dos produtos florestais, tiveram aumento de 3,2% no valor de produ\u00e7\u00e3o, que somou R$ 1,6 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>No grupo de aliment\u00edcios, o destaque \u00e9 o a\u00e7a\u00ed, com maior valor de produ\u00e7\u00e3o (R$ 539,8 milh\u00f5es) e crescimento de 12,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2015, apesar de ter registrado retra\u00e7\u00e3o de 0,2% na produ\u00e7\u00e3o. A queda na produ\u00e7\u00e3o foi compensada pela alta de pre\u00e7os, j\u00e1 que a demanda continua elevada, disse Wagner.<\/p>\n<p>Outros produtos importantes foram a erva-mate extrativa, com aumento de 1,7% na produ\u00e7\u00e3o e pequena queda de 0,1% no valor de produ\u00e7\u00e3o; e castanha-do-par\u00e1, cuja produ\u00e7\u00e3o caiu 14,7%, afetada por problemas clim\u00e1ticos nos estados produtores. \u201cMas tivemos um aumento nos pre\u00e7os de mais de 20%, e o valor de produ\u00e7\u00e3o fechou positivo em 2,7%\u201d, o que significou R$ 110,1 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O estudo do IBGE mostra que, dos 37 produtos da extra\u00e7\u00e3o vegetal pesquisados, somente nove apresentaram expans\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o a 2015.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pesquisa Produ\u00e7\u00e3o da Extra\u00e7\u00e3o Vegetal e da Silvicultura (PEVS) em 2016, divulgada nesta quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostra que, no extrativismo, a produ\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o vegetal caiu 31,7%, a da lenha, 7,4%, e a da madeira em tora, 7%. 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