{"id":79345,"date":"2017-08-17T20:12:03","date_gmt":"2017-08-17T23:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/08\/17\/batata-lidera-as-quedas-de-precos-entre-os-produtos-de-hortifruti-em-julho\/"},"modified":"2017-08-17T20:12:03","modified_gmt":"2017-08-17T23:12:03","slug":"batata-lidera-as-quedas-de-precos-entre-os-produtos-de-hortifruti-em-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=79345","title":{"rendered":"Batata lidera as quedas de pre\u00e7os entre os produtos de hortifruti em julho"},"content":{"rendered":"<p>A batata registrou as maiores quedas de pre\u00e7o em julho em rela\u00e7\u00e3o a junho deste ano. O pre\u00e7o do quilo variou entre R$0,69, na Grande Belo Horizonte, a R$1,68, em Fortaleza, o que significou uma queda de at\u00e9 41,83% verificada em Bras\u00edlia, de acordo com o 8\u00ba Boletim do Programa Brasileiro de Moderniza\u00e7\u00e3o do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nessa quinta-feira, 17, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<\/p>\n<p>Na outra ponta, o tomate liderou as altas de pre\u00e7o, chegando a uma varia\u00e7\u00e3o de at\u00e9 69,79%, na Grande Vit\u00f3ria. Os pre\u00e7os do quilo, em julho variaram entre R$1,59, em Fortaleza e R$3,29, em Bras\u00edlia. Com um pre\u00e7o de R$1,63, Recife foi o \u00fanico local onde houve uma queda de 20,41% no custo do tomate.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do 8\u00ba Boletim Prohort de comercializa\u00e7\u00e3o de hortigranjeiros, divulgado pela Conab. O levantamento \u00e9 feito mensalmente, por meio do Prohort, com base nas informa\u00e7\u00f5es enviadas pelos principais mercados atacadistas do pa\u00eds. Em julho, a an\u00e1lise considerou entrepostos localizados nos estados de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Esp\u00edrito Santo, Paran\u00e1, Goi\u00e1s, Distrito Federal, Pernambuco e Cear\u00e1.<\/p>\n<p>&#8220;A batata \u00e9 o grande destaque, com queda de 4,53% a 41,83%, por conta da safra de Minas Gerais, S\u00e3o Paulo e entorno de Bras\u00edlia, em Cristalina (GO). A oferta aumentou em praticamente todas as Ceasas&#8221;, diz o gerente de Moderniza\u00e7\u00e3o do Mercado Hortigranjeiro da Companhia, Erick de Brito Farias.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao tomate, Farias explica que a alta n\u00e3o se deve \u00e0 falta de produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. O clima favor\u00e1vel possibilitou que o produtor estocasse o produto ou atrasasse a colheita esperando melhores condi\u00e7\u00f5es de mercado, o que fez com que a oferta diminu\u00edsse e o pre\u00e7o aumentasse. &#8220;Como os pre\u00e7os reagiram em julho, em agosto j\u00e1 verificamos que os custos est\u00e3o caindo, porque o produtor est\u00e1 escoando essa produ\u00e7\u00e3o. Podemos verificar a disponibilidade de tomates verdes no varejo, porque o produtor est\u00e1 aproveitando a alta de pre\u00e7os&#8221;, analisa.<\/p>\n<h4>FRUTAS<\/h4>\n<p>Entre as frutas, a laranja foi a \u00fanica que apresentou queda e todos os Ceasas analisados. Os pre\u00e7os variaram de R$1,02 na Grande Belo Horizonte, a R$1,56, em Fortaleza. As quedas foram de 1,82%, verificada em Recife, a 20,18%, em Bras\u00edlia. Outro destaque foi a banana, com quedas de 3% a 20,60%. Apenas o Ceasa da Grande S\u00e3o Paulo apresentou alta no produto, de 3,99%. Os pre\u00e7os do quilo da banana variaram de R$1,20, na Grande Curitiba, a R$2,52, em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>As maiores altas foram nos pre\u00e7os da melancia que aumentaram at\u00e9 33,11%, na Grande Belo Horizonte. O pre\u00e7o do quilo ficou entre R$0,96, em Belo Horizonte at\u00e9 R$1,55, em Bras\u00edlia. &#8220;O que ocorre com a melancia \u00e9 a entressafra, alguns produtos t\u00eam troca do primeiro para o segundo semestre, principalmente pelas condi\u00e7\u00f5es de clima de solo, e por conta disso, nesse momento, s\u00f3 Uruana (GO) est\u00e1 oferecendo melancia para as principais centrais de abastecimento. Nos pr\u00f3ximos meses, a colheita do Tocantins deve se intensificar&#8221;, diz Farias.<\/p>\n<p>Segundo o gerente, a produ\u00e7\u00e3o de hortifruticultura est\u00e1 normal para o segundo semestre. As principais frutas e hortali\u00e7as t\u00eam pre\u00e7os em queda ou est\u00e1veis. &#8220;Alguns produtos que est\u00e3o com pre\u00e7o muito baixo, n\u00e3o v\u00eam favor\u00e1veis para o produtor&#8221;, diz o gerente, &#8220;Mas o mercado vai se ajustando, tanto na oferta quanto na demanda para encontrar um n\u00edvel bom para os dois lados.&#8221;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, de acordo com o boletim, as frutas v\u00eam recuperando o mercado externo. As exporta\u00e7\u00f5es que tiveram queda em 2016, v\u00eam se recuperando tanto em quantidade quanto em pre\u00e7os. Em 2016, houve uma queda de 6,63% na quantidade exportada e de 4,51% nos valores, em rela\u00e7\u00e3o a 2015. Em 2017, j\u00e1 foi registrado um aumento de 7,96% na quantidade exportada e os pre\u00e7os est\u00e3o 9,66% maiores.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A batata registrou as maiores quedas de pre\u00e7o em julho em rela\u00e7\u00e3o a junho deste ano. 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