{"id":78306,"date":"2017-07-31T23:30:40","date_gmt":"2017-08-01T02:30:40","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/07\/31\/vandalismo-afeta-funcionamento-dos-coletivos\/"},"modified":"2017-07-31T23:30:40","modified_gmt":"2017-08-01T02:30:40","slug":"vandalismo-afeta-funcionamento-dos-coletivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=78306","title":{"rendered":"Vandalismo afeta funcionamento dos coletivos"},"content":{"rendered":"<p>A depreda\u00e7\u00e3o das partes internas do transporte coletivo e as picha\u00e7\u00f5es dos bancos s\u00e3o os problemas mais comuns enfrentados pelas empresas de Juiz de Fora, que administram os 601 ve\u00edculos da frota da cidade. Desde 2016, a Secretaria de Transporte e Tr\u00e2nsito (Settra) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) vem substituindo os carros antigos por ve\u00edculos 0 km, e trabalha com a previs\u00e3o de renovar toda frota at\u00e9 2018. At\u00e9 agora, mais de 150 \u00f4nibus foram trocados, entretanto, a popula\u00e7\u00e3o juiz-forana ainda convive com os velhos problemas.<\/p>\n<p>A reportagem do Di\u00e1rio Regional esteve a bordo do coletivo da linha 215 (Bairu \/ Cruzeiro do Sul), onde os populares tamb\u00e9m relataram que as a\u00e7\u00f5es de vandalismo s\u00e3o rotineiras e v\u00e3o al\u00e9m das picha\u00e7\u00f5es. Dentro do ve\u00edculo foi poss\u00edvel perceber pap\u00e9is de bala, biscoito, e alguns chicletes colados nos assentos e assoalhos. \u201c\u00c9 uma falta de respeito, e uma situa\u00e7\u00e3o muito desagrad\u00e1vel para a popula\u00e7\u00e3o. Nem parece que os carros s\u00e3o novos, pois continuamos a conviver com a velha depreda\u00e7\u00e3o\u201d, comentou um idoso, de 67 anos, usu\u00e1rio da linha.<\/p>\n<p>De acordo com o Gerente de Opera\u00e7\u00e3o da Via\u00e7\u00e3o S\u00e3o Francisco, Jos\u00e9 Roberto Baganha Ribeiro, a a\u00e7\u00e3o traz preju\u00edzos para os pr\u00f3prios usu\u00e1rios. Segundo ele, em alguns casos, os coletivos chegam a ficar um bom tempo parado para manuten\u00e7\u00e3o e limpeza, trazendo, ainda, custos adicionais para as empresas. \u201cO ato de vandalismo gera um custo consider\u00e1vel. Quando ocorre \u00e9 preciso investir em produtos espec\u00edficos de limpeza, em m\u00e3o de obra, e os \u00f4nibus acabam ficando parados para a manuten\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Ribeiro refor\u00e7ou que \u00e9 preciso um trabalho maior de conscientiza\u00e7\u00e3o, principalmente nas escolas, onde, de acordo com o gerente, no per\u00edodo das aulas o vandalismo \u00e9 ainda mais frequente. \u201cO tema deve ser debatido com os jovens nas escolas, com pa\u00eds de alunos e os l\u00edderes de bairros, no intuito de mostrar para eles a import\u00e2ncia de preservar um bem que \u00e9 da comunidade. Sem falar que a pr\u00e1tica \u00e9 um ato criminoso, que prejudica os pr\u00f3prios usu\u00e1rios\u201d, destacou.<br \/>A popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode contribuir, informando a Pol\u00edcia Militar (PM) atrav\u00e9s do n\u00famero 190, j\u00e1 que estes atos s\u00e3o considerados crimes pelo Artigo 163 do C\u00f3digo Penal e tem previs\u00e3o de multa e deten\u00e7\u00e3o de um m\u00eas a tr\u00eas anos, conforme a penalidade cometida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A depreda\u00e7\u00e3o das partes internas do transporte coletivo e as picha\u00e7\u00f5es dos bancos s\u00e3o os problemas mais comuns enfrentados pelas empresas de Juiz de Fora, que administram os 601 ve\u00edculos da frota da cidade. 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