{"id":76007,"date":"2017-06-25T16:45:29","date_gmt":"2017-06-25T19:45:29","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/06\/25\/as-5-fases-do-luto\/"},"modified":"2017-06-25T16:45:29","modified_gmt":"2017-06-25T19:45:29","slug":"as-5-fases-do-luto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=76007","title":{"rendered":"As 5 fases do luto"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-76004\" src=\"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-1.jpg\" alt=\" cabecalho arquitetura\" width=\"641\" height=\"64\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-1.jpg 641w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-1-300x30.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-1-360x36.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px\" \/><br \/>H\u00e1 alguns anos atr\u00e1s li um livro da psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross que falava das \u201c5 fases do luto (ou da perspectiva da morte)\u201d.<\/p>\n<p>Suas pesquisas, baseadas em pacientes oncol\u00f3gicos terminais, observou que todos quando recebiam a not\u00edcia de que iriam morrer em breve, passavam por cinco fases espec\u00edficas:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>NEGA\u00c7\u00c3O:<\/strong> quando o paciente busca algum subterf\u00fagio ps\u00edquico para negar o problema. Arruma uma forma de n\u00e3o querer encar\u00e1-lo de frente, inclusive evitando falar sobre o assunto.<\/li>\n<li><strong>RAIVA: <\/strong>aqui a pessoa se sente injusti\u00e7ada. Por que isso est\u00e1 acontecendo com ela e n\u00e3o com outra pessoa? N\u00e3o consegue se conformar em estar passando por isso.<\/li>\n<li><strong>BARGANHA: <\/strong>passado o per\u00edodo de revolta, tenta barganhar. Faz promessas para Deus; jura que se tiver mais tempo de vida ser\u00e1 uma pessoa melhor, ter\u00e1 uma vida mais saud\u00e1vel, respeitar\u00e1 mais ao pr\u00f3ximo&#8230;<\/li>\n<li><strong>DEPRESS\u00c3O: <\/strong>nessa etapa chega a sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia, levando \u00e0 melancolia \u00e0 retirada para o mundo interno.<\/li>\n<li><strong>ACEITA\u00c7\u00c3O: <\/strong>a realidade finalmente \u00e9 aceita de uma forma serena. Cessa-se o desespero e fica-se pronto para enfrentar a perda ou a morte.<\/li>\n<\/ol>\n<p>No caso da medicina, interessa aos m\u00e9dicos melhorar a qualidade de vida do paciente at\u00e9 o \u00faltimo momento. Por isso, buscam maneiras de acelerar a chegada ao processo de aceita\u00e7\u00e3o para que se encontre paz e serenidade no que resta de suas vidas, fazendo entender que a morte \u00e9 apenas mais uma das fases naturais e necess\u00e1rias do ciclo da vida.<\/p>\n<p>Com o avan\u00e7o dos estudos, constatou-se que essas cinco etapas n\u00e3o se aplicam apenas \u00e0 morte, mas a v\u00e1rios tipos de perdas: emprego, relacionamento, objeto, dinheiro, lugar na zona de conforto&#8230;<\/p>\n<p>No caso da arquitetura, esse sentido de perda acontece em v\u00e1rios momentos e o primeiro deles \u00e9 na hora de \u201cmorrer um dinheiro\u201d para contratar o arquiteto.<\/p>\n<p>Muitos clientes passam claramente por essa etapa quando recebem o or\u00e7amento e, ao conseguirem levar a rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quinta etapa, realmente entendem e aceitam com entusiasmo a ideia de que o sonho da casa precisa passar por um projeto bem resolvido para se tornar a casa dos sonhos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-76005\" src=\"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-2.jpg\" alt=\"01\" width=\"640\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-2.jpg 640w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-2-300x171.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-2-360x205.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<ol>\n<li><strong>NEGA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Cliente sonha em ter uma casa e avisam para ele que ser\u00e1 necess\u00e1rio um arquiteto. Entra em processo de nega\u00e7\u00e3o, muitas vezes sem nem saber o pre\u00e7o e as vantagens de um projeto. Nega, de todo jeito, que um profissional seja realmente fundamental.<\/li>\n<li><strong>RAIVA: <\/strong>muito a contra gosto aceita o arquiteto. Mas por que logo ele ter\u00e1 que fazer com um arquiteto se tantas pessoas n\u00e3o utilizam um e conseguem construir sua casa? Por que n\u00e3o utilizar apenas um pedreiro experiente?<\/li>\n<li><strong>BARGANHA: <\/strong>entendendo que ter\u00e1 que fazer o projeto com o arquiteto, tenta barganhar, primeiro com a chefa: se fizermos direto com o pedreiro juro que arrumamos um quartinho para a sua m\u00e3e&#8230; N\u00e3o obtendo \u00eaxito, barganha com o arquiteto: fa\u00e7a o projeto para mim por um quarto do pre\u00e7o que depois vou te indicar muitos clientes.<\/li>\n<li><strong>DEPRESS\u00c3O: <\/strong>se torna introspectivo, reflexivo&#8230; ser\u00e1 que realmente vale \u00e0 pena contratar um arquiteto apenas para deixar a casa mais bonita, funcional e valorizada para o mercado?<\/li>\n<li><strong>ACEITA\u00c7\u00c3O: <\/strong>aqui, se o arquiteto soube mostrar seu valor e n\u00e3o apenas o custo do projeto, levar\u00e1 o cliente \u00e0 fase da aceita\u00e7\u00e3o, diminuindo seu sofrimento. Se ele perceber, por exemplo, que um bom projeto valoriza a casa em pelo menos 30% na venda e que quando um corretor vend\u00ea-la ganhar\u00e1 pelo menos 4x mais do que o arquiteto, a\u00ed aceitar\u00e1, de bom grado, que pagar por um projeto n\u00e3o \u00e9 um custo, mas um investimento muito inteligente.<\/li>\n<\/ol>\n<p><a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/argusarquitetura\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-76006\" src=\"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-3.jpg\" alt=\"prop\" width=\"640\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-3.jpg 640w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-3-300x133.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/diario-int-17144-3-360x159.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 alguns anos atr\u00e1s li um livro da psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross que falava das \u201c5 fases do luto (ou da perspectiva da morte)\u201d. 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