{"id":72714,"date":"2017-04-21T01:12:49","date_gmt":"2017-04-21T04:12:49","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/04\/21\/versoes-14\/"},"modified":"2017-04-21T01:12:49","modified_gmt":"2017-04-21T04:12:49","slug":"versoes-14","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=72714","title":{"rendered":"Vers\u00f5es 14"},"content":{"rendered":"<h4>URG&Ecirc;NCIA POR CONVENI&Ecirc;NCIA<\/h4>\n<p>Permanece a discuss&atilde;o sobre o projeto que trata do abuso de autoridade em tramita&ccedil;&atilde;o na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) do Senado, presidida pelo senador Edson Lob&atilde;o (PMDB-MA). O relator &eacute; o senador Roberto Requi&atilde;o (PMDB-PR), e o defensor ferrenho e autor, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). O projeto &eacute; visto como vingan&ccedil;a contra a Lava Jato; instrumento para calar investigadores e magistrados. Um dos motivos da celeuma &eacute; o artigo terceiro do relat&oacute;rio de Requi&atilde;o.<\/p>\n<p>Hoje &eacute; o Minist&eacute;rio P&uacute;blico que move a&ccedil;&atilde;o contra a autoridade, se entender que houve abuso. Se o que houve &eacute; o ofendido querendo apenas retaliar a autoridade, o MP requer o arquivamento do caso e se o Tribunal acatar o pedido, o caso &eacute; encerrado. Se o MP n&atilde;o tomar nenhuma decis&atilde;o, pela den&uacute;ncia ou arquivamento &eacute; que o ofendido pode processar a autoridade, ap&oacute;s decorrido prazo legal.<\/p>\n<p>Pela proposta do senador Requi&atilde;o o ofendido passa a ter poder de processar a autoridade diretamente. &Eacute; o que prev&ecirc; o artigo terceiro.<\/p>\n<p>&ldquo;A a&ccedil;&atilde;o penal privada significa o r&eacute;u processando o juiz, investigado processando o delegado, procurador sendo processado por investigado ou r&eacute;u, ou seja, &eacute; a institucionaliza&ccedil;&atilde;o da vingan&ccedil;a privada contra a autoridade que ferir interesses de poderosos&rdquo; diz o Procurador H&eacute;lio Telho, membro do grupo de trabalho do MP autor do anteprojeto oferecido como alternativa ao Congresso.<\/p>\n<p>Membros da for&ccedil;a tarefa da Lava Jato, procuradores Carlos Fernando de Souza e Deltan Dallagnol, est&atilde;o nas redes sociais esclarecendo sobre os verdadeiros objetivos do projeto e pedindo apoio. Advertem eles: &ldquo;O que desejam &eacute; processar criminalmente o policial que os investiga, o procurador que os acusa e o juiz que os julga&rdquo;. Outros pontos ainda s&atilde;o motivos de disc&oacute;rdia por prejudicar as investiga&ccedil;&otilde;es em curso, chegando mesmo a inviabilizar todo trabalho j&aacute; feito pela opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato.<\/p>\n<p>S&oacute; a sociedade tem poder para impedir que termine em pizza esse monumental esc&acirc;ndalo que assola o Pa&iacute;s. E ainda n&atilde;o se sabe tudo!<\/p>\n<p>A urg&ecirc;ncia em aprovar esse projeto, com uma reda&ccedil;&atilde;o t&atilde;o conveniente, &eacute; s&oacute; uma amostra do que os parlamentares ser&atilde;o capazes de fazer na defesa de seus interesses. Por exemplo, engavetar o projeto que acaba com o foro privilegiado. O projeto est&aacute; pronto, &eacute; a solu&ccedil;&atilde;o moralizadora para o pa&iacute;s, uma forma de se recuperar o respeito at&eacute; internacional e consequentemente os investimentos, mas n&atilde;o se consegue que seja votado.<\/p>\n<p>Foi pedido mais tempo para analisar o projeto de abuso de autoridade. Mas semana que vem essa amea&ccedil;a voltar&aacute; a pairar sobre os interesses da sociedade brasileira.<\/p>\n<h4>REFORMA TRABALHISTA EM REGIME DE URG&Ecirc;NCIA<\/h4>\n<p>A Comiss&atilde;o Especial que discute a reforma trabalhista na C&acirc;mara dos Deputados conseguiu marcar para a pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, 25, a vota&ccedil;&atilde;o do parecer que foi lido pelo relator, possibilitando ent&atilde;o, na quarta-feira, 26, a proposta ir a plen&aacute;rio. Foi resultado de um requerimento de urg&ecirc;ncia para acelerar a tramita&ccedil;&atilde;o aprovada por 287 a 144 votos.<\/p>\n<p>Os pontos principais da reforma incluem flexibiliza&ccedil;&atilde;o da jornada; fragmenta&ccedil;&atilde;o das f&eacute;rias; remunera&ccedil;&atilde;o por produtividade; formula&ccedil;&atilde;o de banco de horas; regulamenta&ccedil;&atilde;o do trabalho em casa e intermitente, quando o trabalhador &eacute; pago por per&iacute;odo trabalhado. Ainda prev&ecirc; pontos que poder&atilde;o ser negociados entre patr&otilde;es e empregados que em caso de acordo coletivo, ter&atilde;o for&ccedil;a de lei.<\/p>\n<p>O desafio para o governo agora &eacute; manter sua base aliada unida e o mesmo resultado na vota&ccedil;&atilde;o em plen&aacute;rio. Vai exigir do presidente Temer um grande esfor&ccedil;o como articulador parlamentar.<\/p>\n<h4>POR FALAR EM REFORMA&hellip;<\/h4>\n<p>S&oacute; na semana que vem, depois do dia 2 de maio, haver&aacute; a discuss&atilde;o do parecer do relator da reforma da Previd&ecirc;ncia na comiss&atilde;o especial.<br \/>Para o presidente da C&acirc;mara Rodrigo Maia (DEM-RJ), a vota&ccedil;&atilde;o em plen&aacute;rio ser&aacute; mesmo a partir do dia 8, pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>O governo reconheceu que as modifica&ccedil;&otilde;es que foram feitas no projeto original, constantes do relat&oacute;rio apresentado na reuni&atilde;o, pediam um tempo para serem analisadas pelos parlamentares.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>URG&Ecirc;NCIA POR CONVENI&Ecirc;NCIA Permanece a discuss&atilde;o sobre o projeto que trata do abuso de autoridade em tramita&ccedil;&atilde;o na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) do Senado, presidida pelo senador Edson Lob&atilde;o (PMDB-MA). 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