{"id":72142,"date":"2017-04-10T18:46:07","date_gmt":"2017-04-10T21:46:07","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/04\/10\/parque-aquatico-de-leopoldina-deve-indenizar-mulher-por-acidente-em-toboagua\/"},"modified":"2017-04-10T18:46:07","modified_gmt":"2017-04-10T21:46:07","slug":"parque-aquatico-de-leopoldina-deve-indenizar-mulher-por-acidente-em-toboagua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=72142","title":{"rendered":"Parque aqu\u00e1tico de Leopoldina deve indenizar mulher por acidente em tobo\u00e1gua"},"content":{"rendered":"<p>O parque aqu&aacute;tico Acqua Fresh, localizado em Leopoldina, deve indenizar uma cliente em R$11.258,83, para compensar danos morais, est&eacute;ticos, materiais e perda salarial, porque ela se acidentou num tobo&aacute;gua. A decis&atilde;o da 12&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Minas Gerais (TJMG) reformou parcialmente senten&ccedil;a da 3&ordf; Vara C&iacute;vel de Juiz de Fora.<\/p>\n<p>O acidente ocorreu em 20 de janeiro de 2013. A mulher disse que outro usu&aacute;rio do tobo&aacute;gua a atingiu no abdome, porque um funcion&aacute;rio do parque aqu&aacute;tico permitiu a passagem dele antes que ela se afastasse da sa&iacute;da do escorregador.<\/p>\n<p>De acordo com os autos, ela foi encaminhada a uma cl&iacute;nica, onde realizou exames e foi liberada mesmo queixando-se de dores abdominais. No dia seguinte, foi a outra unidade hospitalar e constataram que ela estava com hemorragia interna. A mulher foi internada com &#8220;les&atilde;o de &oacute;rg&atilde;o intrator&aacute;cico e intra-abdominal&#8221; e passou por procedimentos cir&uacute;rgicos, o que lhe causou 90 dias de afastamento das atividades profissionais e uma cicatriz.<\/p>\n<p>Em fun&ccedil;&atilde;o do acidente, a mulher pleiteou na Justi&ccedil;a as indeniza&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Para o juiz Jos&eacute; Alfredo Junger, ambas as partes tiveram culpa no acidente, pois a mulher deveria ter sa&iacute;do da frente do tobo&aacute;gua rapidamente para que n&atilde;o fosse atingida. &#8220;E, por se tratar de estabelecimento comercial apto a receber um grande n&uacute;mero de pessoas, possuindo brinquedos que podem gerar riscos &agrave; integridade f&iacute;sica dos consumidores, a empresa deveria ter sido mais diligente em manter um funcion&aacute;rio na sa&iacute;da do tobo&aacute;gua para a retirada dos visitantes&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Insatisfeitas, as partes recorreram ao TJMG. A v&iacute;tima requereu o aumento da indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais e est&eacute;ticos e o ressarcimento do aux&iacute;lio-alimenta&ccedil;&atilde;o e do preju&iacute;zo salarial. J&aacute; o parque aqu&aacute;tico alegou culpa exclusiva da autora, pleiteando a improced&ecirc;ncia dos pedidos.<\/p>\n<p>De acordo com o relator do processo, desembargador Saldanha da Fonseca, o parque aqu&aacute;tico n&atilde;o comprovou a culpa exclusiva da v&iacute;tima. Al&eacute;m disso, &#8220;o controle de uso, inclusive na sa&iacute;da do brinquedo, insere-se no &acirc;mbito de atua&ccedil;&atilde;o da r&eacute;, sendo seu dever garantir a seguran&ccedil;a dos usu&aacute;rios, regulando a entrada e sa&iacute;da dos mesmos a fim de que n&atilde;o sejam atingidos pelos outros&#8221;.<\/p>\n<p>O magistrado, no entanto, reformou a senten&ccedil;a de primeira inst&acirc;ncia no que diz respeito &agrave; reposi&ccedil;&atilde;o salarial e condenou a Acqua Fresh a pagar &agrave; v&iacute;tima R$1.149, considerando a culpa concorrente das partes e o sal&aacute;rio-base dela. Os desembargadores Domingos Coelho e Jos&eacute; Fl&aacute;vio de Almeida votaram de acordo com o relator.<\/p>\n<p>Colabora&ccedil;&atilde;o: Site Marcelo Lopes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O parque aqu&aacute;tico Acqua Fresh, localizado em Leopoldina, deve indenizar uma cliente em R$11.258,83, para compensar danos morais, est&eacute;ticos, materiais e perda salarial, porque ela se acidentou num tobo&aacute;gua. A decis&atilde;o da 12&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Minas Gerais (TJMG) reformou parcialmente senten&ccedil;a da 3&ordf; Vara C&iacute;vel de Juiz de Fora. 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