{"id":71881,"date":"2017-04-05T00:45:41","date_gmt":"2017-04-05T03:45:41","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/04\/05\/secretaria-de-saude-confirma-a-morte-de-mais-dois-macacos\/"},"modified":"2017-04-05T00:45:41","modified_gmt":"2017-04-05T03:45:41","slug":"secretaria-de-saude-confirma-a-morte-de-mais-dois-macacos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=71881","title":{"rendered":"Secretaria de Sa\u00fade confirma a morte de mais dois macacos"},"content":{"rendered":"<p>A Secret&aacute;ria de Sa&uacute;de de Juiz de Fora, Elizabeth Juc&aacute;, confirmou que dois macacos foram encontrados mortos nos arredores do Parque da Lajinha, zona Sul. &ldquo;N&oacute;s achamos os animais nessa segunda-feira. Um apresentava sinais de envenenamento e o outro tinha vest&iacute;gios de trauma. Como em todos os casos, estamos realizando o processo de bloqueio, por isso, o parque foi fechado&rdquo;, explicou a secret&aacute;ria, que ressaltou que o local estar&aacute; interditado at&eacute; o resultado do exame laboratorial.<\/p>\n<p>Juiz de Fora j&aacute; encaminhou 38 macacos para an&aacute;lise laboratorial. O munic&iacute;pio recebeu apenas tr&ecirc;s resultados. Um deles, positivo, confirmou a infec&ccedil;&atilde;o de um animal encontrado morto no bairro S&atilde;o Pedro. Os outros dois resultados foram negativos. &ldquo;Os macacos foram encontrados em quase todas as &aacute;reas da cidade. Toda vez que encontramos um animal, nos antecipamos e fazemos o bloqueio das &aacute;reas para prevenir&rdquo;, falou Elizabeth. Ela esclareceu que a decis&atilde;o de fechamento do parque partiu desse pressuposto.<\/p>\n<p>&ldquo;A maioria desses macacos foram encontrados com sinais de envenenamento, trauma e, &agrave;s vezes, tiro. Refor&ccedil;amos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o maltrate-os ou mate-os porque eles s&atilde;o sinalizadores e nos mostram onde agir&rdquo;, ressaltou a secretaria.<\/p>\n<p>O secret&aacute;rio de Meio Ambiente, Lu&iacute;s Cl&aacute;udio Santos Pinto, frisou que matar animais silvestres &eacute; crime ambiental. &ldquo;Mat&aacute;-los n&atilde;o s&oacute; atrapalha o trabalho de preven&ccedil;&atilde;o, pois s&atilde;o mais macacos que precisam ser analisados. O respons&aacute;vel corre o risco de responder por crime ambiental&rdquo;, falou Santos. &ldquo;Os primatas n&atilde;o podem ser vistos como vil&otilde;es, e sim aliados. A popula&ccedil;&atilde;o deve se conscientizar disso&rdquo;, acrescentou.<\/p>\n<h4>A&Ccedil;&Otilde;ES<\/h4>\n<p>De acordo com o subsecret&aacute;rio de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de, Rodrigo Almeida, com o primeiro caso de epizootia na cidade registrado, a pasta realizou um plano de vacina&ccedil;&atilde;o e bloqueio em toda a &aacute;rea rural da cidade. &ldquo;S&atilde;o 14 comunidades rurais e realizamos a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o em todas elas, al&eacute;m da an&aacute;lise dos cart&otilde;es de vacina. O trabalho foi imenso, mas diferente dos outros munic&iacute;pios que registraram os casos na zona Rural&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>Almeida ressaltou que os casos registrados em humanos est&atilde;o ligados ao ciclo silvestre da doen&ccedil;a. &ldquo;Por isso, decidimos pelo fechamento do parque, pois, por exemplo, uma pessoa pode decidir caminhar pela mata do parque&rdquo;. O local recebe, em m&eacute;dia, mil pessoas no final de semana e, durante a semana, em torno de 100 pessoas.<\/p>\n<h4>TRANSMISS&Atilde;O<\/h4>\n<p>De acordo com a gerente do Departamento de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica e Ambiental, Michele Freitas, no Brasil n&atilde;o h&aacute; registro de transmiss&atilde;o de febre amarela pelo mosquito Aedes aegypti desde a d&eacute;cada de 1.940. &ldquo;Mesmo que os casos que est&atilde;o acontecendo no pa&iacute;s sejam do ciclo silvestre, temos feito um trabalho de bloqueio do vetor Aedes aegypti, pois nossa preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; a reurbaniza&ccedil;&atilde;o. Independente do resultado laboratorial, o trabalho est&aacute; sendo feito&rdquo;, esclareceu.<\/p>\n<p>Segundo a especialista, o bloqueio do vetor dentro das matas &eacute; proibido. &ldquo;Diferente do Aedes, o haemagogus e o sabethes gostam do ambiente silvestre e n&atilde;o v&ecirc;m para a cidade. Mesmo com a vinda de macacos para a cidade, n&atilde;o h&aacute; riscos de transmiss&atilde;o&rdquo;, falou Michele. &ldquo;O homem, por lazer ou a trabalho adentra a mata, e assim, o mosquito que infectou o animal pode transmitir a doen&ccedil;a para o ser humano&rdquo;, acrescentou.<br \/>A cidade ainda n&atilde;o possui caso suspeito da doen&ccedil;a em humanos.<\/p>\n<h4>VACINA&Ccedil;&Atilde;O<\/h4>\n<p>De acordo com a secret&aacute;ria, a cobertura vacinal do munic&iacute;pio &eacute; boa. &ldquo;A vacina da febre amarela faz parte do calend&aacute;rio nacional de vacina&ccedil;&atilde;o. N&oacute;s saltamos de 82% de cobertura para 138%. Foi eficiente e, ao todo, 180 mil pessoas foram vacinadas. N&oacute;s vamos nos esfor&ccedil;ar para que o Estado nos d&ecirc; o resultado o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel para reabrir o parque&rdquo;, finalizou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Secret&aacute;ria de Sa&uacute;de de Juiz de Fora, Elizabeth Juc&aacute;, confirmou que dois macacos foram encontrados mortos nos arredores do Parque da Lajinha, zona Sul. &ldquo;N&oacute;s achamos os animais nessa segunda-feira. Um apresentava sinais de envenenamento e o outro tinha vest&iacute;gios de trauma. 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