{"id":71367,"date":"2017-03-25T00:59:27","date_gmt":"2017-03-25T03:59:27","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/03\/25\/o-peixe-morre-pela-boca\/"},"modified":"2017-03-25T00:59:27","modified_gmt":"2017-03-25T03:59:27","slug":"o-peixe-morre-pela-boca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=71367","title":{"rendered":"O peixe morre pela boca?"},"content":{"rendered":"<p>Muito se fala sobre o que comemos atualmente. N&atilde;o estou falando neste momento sobre certas den&uacute;ncias e, sim, sobre como os h&aacute;bitos alimentares podem influenciar nossa vida.Tenho sido indisciplinada e, por isso, estou vivendo uma batalha com a balan&ccedil;a, que neste momento est&aacute; uns pontos &agrave; minha frente no jogo. Por aqui, &eacute; dif&iacute;cil se manter com a boca fechada. O pa&iacute;s parece incentivar o povo a viver em uma constante mastiga&ccedil;&atilde;o. At&eacute; nos filmes, s&eacute;ries ou programas televisivos h&aacute; sempre o que se petiscar.<\/p>\n<p>Fui ao cinema na &uacute;ltima semana e o balde de pipoca, al&eacute;m de imenso, vinha com manteiga derretida. Pode isso? O refrigerante ou suco &eacute; refil nas lanchonetes e redes de fast-food e quanto maior o pacote, mais barato ele &eacute;. E as lojas? Elas s&atilde;o, em sua maioria, imensas e o h&aacute;bito de comprar grandes quantidades de um mesmo item &eacute; recorrente.&Eacute; um ato comum visto que as fam&iacute;lias por aqui s&atilde;o numerosas. Uso como exemplo minha irm&atilde;: somos atualmente dez pessoas em casa e uma cadelinha charmosa que come por dois (at&eacute; iogurte natural ela ganha).<\/p>\n<p>Brincamos que minha irm&atilde; &eacute; s&oacute;cia das redes de supermercado daqui. Todos os dias chegam caixas de comida.Vai de cereal aos jantares saud&aacute;veis pr&eacute;-preparados do meu cunhado, que est&aacute; de dieta como eu. Vale ressaltar que temos um arm&aacute;riocom um estoque de comida que d&aacute; para a fam&iacute;lia sobreviver por alguns meses se rolar um apocalipse zumbi. &Eacute;, assimeu vou vivendo por aqui, tendo de sobreviver &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>E aproveitando que estamos falando de comida,apenas uma observa&ccedil;&atilde;o de quem est&aacute; cansada de ler m&aacute;s not&iacute;cias: o brasileiro est&aacute; t&atilde;o acostumado com as descobertas bizarras que tudo vira motivo de chacota. Dizem que o melhor do Brasil &eacute; o seu povo e que os memes s&atilde;o parte da nossa marca registrada.Contudo, vale lembrar que a goza&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo feita com seu dinheiro, sua sa&uacute;de, sua dignidade. N&atilde;o &eacute; bacana levar na esportiva o fato da comida que ingerimos &ndash; e que &eacute; t&atilde;o cara &ndash;poder trazer preju&iacute;zos ao nosso bem-estar. Quem sabe quando o pr&oacute;prio brasileiro se levar mais a s&eacute;rio, nossos governantes percebam que n&atilde;o somos mais um povo facilmente manipulado?<\/p>\n<p>E cuidado com o l&ecirc; por a&iacute;. Enquanto jornalista, um dos principais ensinamentos que recebemos &eacute; ler, interpretar e buscar mais de uma vers&atilde;o do mesmo fato. Dizem que sempre h&aacute; a minha vis&atilde;o, a sua vis&atilde;o e o que realmente aconteceu. Por isso, tenha aten&ccedil;&atilde;o e procure saber o que realmente tem consumido, um alerta que vale das not&iacute;cias que l&ecirc; aos r&oacute;tulos dos produtos que compra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito se fala sobre o que comemos atualmente. 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