{"id":68179,"date":"2017-01-20T12:37:40","date_gmt":"2017-01-20T14:37:40","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/01\/20\/sus-inclui-novos-procedimentos-no-rol-de-praticas-integrativas-para-os-usuarios\/"},"modified":"2017-01-20T12:37:40","modified_gmt":"2017-01-20T14:37:40","slug":"sus-inclui-novos-procedimentos-no-rol-de-praticas-integrativas-para-os-usuarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=68179","title":{"rendered":"SUS inclui novos procedimentos no rol de pr\u00e1ticas integrativas para os usu\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p>Os servi&ccedil;os de sa&uacute;de locais poder&atilde;o oferecer mais tratamentos classificados como Pr&aacute;ticas Integrativas e Complementares (PICs) utilizando recursos federais. Foram inclu&iacute;dos, nesta semana, novos procedimentos na lista de pr&aacute;ticas integrativas do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), que abrange recursos terap&ecirc;uticos baseados em conhecimentos tradicionais.<\/p>\n<p>S&atilde;o sete novos tratamentos: sess&atilde;o de arteterapia, sess&atilde;o de medita&ccedil;&atilde;o, sess&atilde;o de musicoterapia, tratamento naturop&aacute;tico, sess&atilde;o de tratamento osteop&aacute;tico, sess&atilde;o de tratamento quiropr&aacute;tico e sess&atilde;o de REIKI. A inclus&atilde;o foi realizada por meio da Portaria N&deg; 145\/2017, publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.<\/p>\n<p>Os procedimentos j&aacute; s&atilde;o realizados por v&aacute;rios munic&iacute;pios brasileiros, segundo dados do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (PMAQ-AB), mas, com as inclus&otilde;es, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de poder&aacute; acompanhar as a&ccedil;&otilde;es realizadas em todo o pa&iacute;s e, com essas informa&ccedil;&otilde;es, qualificar as a&ccedil;&otilde;es de cuidado.<\/p>\n<p>Al&eacute;m das inclus&otilde;es, foram tamb&eacute;m renomeados procedimentos j&aacute; inclusos no rol das PICS. O objetivo &eacute; facilitar a identifica&ccedil;&atilde;o, pelos gestores, dos procedimentos nos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o do SUS. As novas nomenclaturas s&atilde;o para terapia comunit&aacute;ria, dan&ccedil;a circular\/biodan&ccedil;a, yoga, oficina de massagem\/automassagem, sess&atilde;o de auriculoterapia, sess&atilde;o de massoterapia, e tratamento termal\/crenoter&aacute;pico.<\/p>\n<p>Panorama<\/p>\n<p>A Pol&iacute;tica Nacional de Pr&aacute;ticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi criada em 2006 e instituiu no SUS abordagens de cuidado integral &agrave; popula&ccedil;&atilde;o por meio de recursos terap&ecirc;uticos, entre eles fitoterapia, acupuntura, homeopatia, medicina antroposofica e termalismo.<\/p>\n<p>Os servi&ccedil;os s&atilde;o oferecidos por iniciativa local, mas recebem financiamento do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de por meio do Piso de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (PAB) de cada munic&iacute;pio. Em 2016, mais de 2 milh&otilde;es de atendimentos utilizando praticas integrativas e complementares foram realizados nas unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de, destes mais de 770 mil foram de Medicina Tradicional Chinesa, que inclui a acupuntura; 85 mil foram de Fitoterapia e 13 mil de Homeopatia. Mais de 926 mil foram de outras pr&aacute;ticas integrativas que n&atilde;o tinha um c&oacute;digo pr&oacute;prio para registro (que passam a ter com a publica&ccedil;&atilde;o da portaria esta semana).<\/p>\n<p>Atualmente, mais de 1.708 munic&iacute;pios oferecem pr&aacute;ticas integrativas e complementares e a distribui&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os est&aacute; concentrada em 78% na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, principal porta de entrada do SUS, 18% na aten&ccedil;&atilde;o especializada e 4% na aten&ccedil;&atilde;o hospitalar. Hoje, mais de 7.700 estabelecimentos de sa&uacute;de ofertam alguma pr&aacute;tica integrativa e complementar em sa&uacute;de, o que representa cerca de 28% das unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de. Os dados revelam ainda que as PICs est&atilde;o presentes em quase 30% dos munic&iacute;pios brasileiros, distribu&iacute;dos pelos 27 estados e Distrito Federal e est&atilde;o presentes em 100% das capitais brasileiras.<\/p>\n<p>Desde a sua implanta&ccedil;&atilde;o, a procura e o acesso dos usu&aacute;rios do SUS a essas pr&aacute;ticas integrativas tem crescido exponencialmente. Este movimento de crescimento deve-se a diversos fatores, entre eles o maior reconhecimento dessas pr&aacute;ticas pelas evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas e mesmo por sua efetividade pragm&aacute;tica facilmente verific&aacute;vel pelos beneficiados; o crescente n&uacute;mero de profissionais capacitados e habilitados; o reconhecimento e a valoriza&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte destas pr&aacute;ticas, sendo reconhecido inclusive pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, que incentiva os pa&iacute;ses a inserir estas pr&aacute;ticas em seus sistemas de sa&uacute;de, como tem feito o Brasil.<\/p>\n<p>Fonte: SES &#8211; Secretaria de Estado de Sa&uacute;de de Minas Gerais<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os servi&ccedil;os de sa&uacute;de locais poder&atilde;o oferecer mais tratamentos classificados como Pr&aacute;ticas Integrativas e Complementares (PICs) utilizando recursos federais. 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