{"id":67884,"date":"2017-01-16T21:59:51","date_gmt":"2017-01-16T23:59:51","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/2017\/01\/16\/presos-fazem-nova-rebeliao-em-cadeia-publica-de-natal\/"},"modified":"2017-01-16T21:59:51","modified_gmt":"2017-01-16T23:59:51","slug":"presos-fazem-nova-rebeliao-em-cadeia-publica-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=67884","title":{"rendered":"Presos fazem nova rebeli\u00e3o em cadeia p\u00fablica de Natal"},"content":{"rendered":"<p>Presos da Cadeia P&uacute;blica Professor Raimundo Nonato, em Natal (RN), se rebelaram na madrugada dessa segunda-feira, 16. Os detentos amotinados colocaram fogo em colch&otilde;es e tentaram chegar at&eacute; uma ala onde ficam os internos amea&ccedil;ados de morte, sendo impedidos por policiais militares. Segundo a Secretaria Estadual de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e da Defesa Social (Sesed), n&atilde;o houve fugas ou feridos e a situa&ccedil;&atilde;o j&aacute; foi controlada.<\/p>\n<p>O motim aconteceu um dia ap&oacute;s detentos da Penitenci&aacute;ria Estadual de Alca&ccedil;uz, na regi&atilde;o metropolitana da capital potiguar, matarem 26 internos. De acordo com a assessoria da Sesed, a a&ccedil;&atilde;o dos presos da cadeia p&uacute;blica pode ser uma rea&ccedil;&atilde;o &agrave; iniciativa das autoridades de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, que planejaram inspe&ccedil;&otilde;es nos principais estabelecimentos carcer&aacute;rios e, se necess&aacute;rio, a transfer&ecirc;ncia de presos. As depend&ecirc;ncias de Alca&ccedil;uz devem voltar a serem revistadas em busca de armas, celulares, drogas e outros objetos ou subst&acirc;ncias proibidas.<\/p>\n<p>Localizada no centro de um bairro popular, a cadeia p&uacute;blica est&aacute; rodeada por resid&ecirc;ncias, com&eacute;rcio e escolas. Segundo o comerciante Jos&eacute; Louren&ccedil;o da Silva, que h&aacute; 20 anos mant&eacute;m uma loja de pe&ccedil;as automotivas em frente &agrave; unidade, fugas e tentativas s&atilde;o frequentes.<\/p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o do crime organizado nos &uacute;ltimos anos e as condi&ccedil;&otilde;es dos c&aacute;rceres obrigaram o Governo Estadual a decretar, em mar&ccedil;o de 2015, estado de calamidade p&uacute;blica no sistema penitenci&aacute;rio. Pouco mais de um ano depois, em julho de 2016, grupos criminosos passaram a realizar uma s&eacute;rie de ataques orquestrados a &ocirc;nibus e pr&eacute;dios p&uacute;blicos. A situa&ccedil;&atilde;o levou o governador Robinson Faria a solicitar ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a a presen&ccedil;a da For&ccedil;a Nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, que desde agosto do ano passado est&aacute; auxiliando as for&ccedil;as policiais locais no policiamento ostensivo.<\/p>\n<p>No &uacute;ltimo dia 9, o minist&eacute;rio autorizou a prorroga&ccedil;&atilde;o da perman&ecirc;ncia da tropa no estado por mais 60 dias. Ap&oacute;s a chacina em Alca&ccedil;uz, o governador pediu a amplia&ccedil;&atilde;o do efetivo da For&ccedil;a Nacional.<\/p>\n<p>Segundo os secret&aacute;rios estaduais da Justi&ccedil;a e da Cidadania, Walber Virgolino da Silva Ferreira, e da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e Defesa Social, Caio C&eacute;sar Marques Bezerra, as mortes registradas em Alca&ccedil;uz entre s&aacute;bado, 14, e domingo, 15, s&atilde;o mais um epis&oacute;dio da guerra entre fac&ccedil;&otilde;es criminosas que disputam o controle de atividades il&iacute;citas, sobretudo do narcotr&aacute;fico. De acordo com as autoridades potiguares, as rebeli&otilde;es e as chacinas de presos registradas no Amazonas e em Roraima nos primeiros dias do ano &ldquo;estimularam&rdquo; os detentos do Rio Grande do Norte. Segundo Virgolino, em todas as unidades da Federa&ccedil;&atilde;o, o clima no sistema prisional &eacute; de tens&atilde;o. No decorrer da &uacute;ltima semana, a Pol&iacute;cia Militar (PM) j&aacute; tinha apreendido armas e celulares no interior da Penitenci&aacute;ria de Alca&ccedil;uz.<\/p>\n<h4>BELO HORIZONTE<\/h4>\n<p>Dez detentos fugiram do Pres&iacute;dio Regional de Ibirit&eacute;, na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte, na madrugada desse domingo. O 48&ordm; Batalh&atilde;o da Pol&iacute;cia Militar de Minas Gerais est&aacute; atuando nas buscas pelos fugitivos, mas at&eacute; as 16h20 nenhum deles havia sido localizado.<\/p>\n<p>A fuga aconteceu por volta das 3h. N&atilde;o h&aacute; registro de mortos ou feridos. Tamb&eacute;m n&atilde;o houve rebeli&atilde;o no pres&iacute;dio. Os dez foragidos compartilhavam a cela com outros tr&ecirc;s detentos que n&atilde;o quiseram participar da fuga. Eles serraram as grades do local e usaram uma corda feita de cobertores e len&ccedil;&oacute;is para escapar.<\/p>\n<p>A PM encontrou uniformes usados pelos detentos nos arredores da unidade. Os nomes dos foragidos ainda n&atilde;o foram divulgados.<\/p>\n<h4>CURITIBA<\/h4>\n<p>Pelo menos dois presos morreram e 28 fugiram da Penitenci&aacute;ria Estadual de Piraquara, na regi&atilde;o metropolitana de Curitiba, na madrugada desse domingo. Segundo a Secretaria Estadual de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e Administra&ccedil;&atilde;o Penitenci&aacute;ria, os internos escaparam ap&oacute;s uma explos&atilde;o que abriu um buraco no muro da unidade.<\/p>\n<p>De acordo com o Instituto M&eacute;dico Legal (IML), os corpos dos dois presos &#8211; baleados e mortos durante confronto com os policiais que tentavam conter a fuga &#8211; foram transferidos da penitenci&aacute;ria para serem identificados. Com os criminosos mortos, a pol&iacute;cia encontrou uma metralhadora Uzi 9 mm, uma bolsa com aproximadamente 300 cartuchos calibre 5,56 e um colete &agrave; prova de balas.<\/p>\n<p>Por volta das 3h, houve um tumulto entre os presos. Para o secret&aacute;rio de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Paran&aacute;, Wagner Mesquita, o prop&oacute;sito dos detentos era desviar a aten&ccedil;&atilde;o dos agentes penitenci&aacute;rios. Perto das 5h30, houve dois fortes estrondos na penitenci&aacute;ria.<\/p>\n<p>Cerca de 15 homens fortemente armados participaram da a&ccedil;&atilde;o do lado de fora da penitenci&aacute;ria, dando cobertura &agrave; fuga. Reunidos pr&oacute;ximo ao buraco aberto no muro, o grupo disparou contra os policiais que estavam nas guaritas e contra as equipes de seguran&ccedil;a em solo. Na fuga, quatro suspeitos fizeram uma fam&iacute;lia ref&eacute;m na cidade de Quatro Barras. Os bandidos portavam tr&ecirc;s fuzis e duas pistolas e foram rendidos por policiais do Batalh&atilde;o de Opera&ccedil;&otilde;es Policiais Especiais (Bope). Para o secret&aacute;rio Mesquita, a a&ccedil;&atilde;o demonstra um alto n&iacute;vel de organiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Para tentar localizar os fugitivos, a Pol&iacute;cia Militar deslocou um helic&oacute;ptero e dezenas de unidades para o local da ocorr&ecirc;ncia. Equipes da Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF) montaram barreiras e est&atilde;o abordando ve&iacute;culos suspeitos na BR-116, que atravessa o estado.<\/p>\n<p>Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Presos da Cadeia P&uacute;blica Professor Raimundo Nonato, em Natal (RN), se rebelaram na madrugada dessa segunda-feira, 16. Os detentos amotinados colocaram fogo em colch&otilde;es e tentaram chegar at&eacute; uma ala onde ficam os internos amea&ccedil;ados de morte, sendo impedidos por policiais militares. 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