{"id":215521,"date":"2023-06-30T18:59:25","date_gmt":"2023-06-30T21:59:25","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=215521"},"modified":"2023-06-30T18:59:25","modified_gmt":"2023-06-30T21:59:25","slug":"atraso-causou-diferenca-entre-previsao-e-resultado-final-do-censo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=215521","title":{"rendered":"Atraso causou diferen\u00e7a entre previs\u00e3o e resultado final do censo"},"content":{"rendered":"<p>O presidente substituto do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), Cimar Azeredo (foto), afirmou, nesta sexta-feira (30), que a falta de atualiza\u00e7\u00e3o de dados antes da coleta feita para o Censo 2022\/2023 \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o para a diferen\u00e7a entre o total da popula\u00e7\u00e3o divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) na quarta-feira (28) e as estimativas apresentadas antes pelo pr\u00f3prio \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>Em dezembro do ano passado, o IBGE calculou que o Brasil tinha 207,8 milh\u00f5es de habitantes e, em 2021, estimou o total em 213,3 milh\u00f5es. No entanto, o Censo Demogr\u00e1fico 2022\/2023 mostrou que a popula\u00e7\u00e3o brasileira atual \u00e9 de 203 milh\u00f5es, 62 mil e 512 pessoas, com base na data de refer\u00eancia, 31 de julho de 2022. O total registrado na \u00faltima pesquisa censit\u00e1ria ficou abaixo do previsto, apesar do aumento de 12 milh\u00f5es, 306 mil e 713 pessoas, mais 6,5%, na compara\u00e7\u00e3o com o Censo de 2010. Naquele momento, eram 190 milh\u00f5es, 755 mil e 799 residentes no pa\u00eds.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1541399&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1541399&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>No caso da edi\u00e7\u00e3o 2022\/2023, al\u00e9m do atraso, uma vez que o censo deveria ter sido feito em 2020, n\u00e3o houve a contagem populacional que costuma ser feita no meio da d\u00e9cada. Com isso, os dados deixaram de ser atualizados, explicou Cimar Azeredo.<\/p>\n<p>\u201cA \u00faltima vez que n\u00f3s fizemos um censo no IBGE foi em 2010. A \u00faltima contagem de popula\u00e7\u00e3o foi em 2010. Deveria ter sido feita uma contagem em 2015, mas n\u00e3o foi feita. O governo n\u00e3o deu recurso para o IBGE fazer essa contagem. A conclus\u00e3o disso \u00e9 que chegamos em 2022 com o cadastro desatualizado, muito desatualizado e, por isso, n\u00f3s estimamos diferente do que realmente aconteceu agora\u201d, disse Azeredo em entrevista \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>O presidente substituto do IBGE informou que todo censo \u00e9 calculado a partir das informa\u00e7\u00f5es da edi\u00e7\u00e3o anterior. \u201cA estrutura de uma estimativa \u00e9 variar o Censo de 2000 para 2010. Esse avan\u00e7o, essa tend\u00eancia de crescimento v\u00e3o se replicar ao longo da d\u00e9cada seguinte. Se um munic\u00edpio cresceu, vou replicar esse crescimento e adicionar os movimentos dos componentes demogr\u00e1ficos, como migra\u00e7\u00e3o, fecunda\u00e7\u00e3o, mortalidade. S\u00f3 que o m\u00e9todo implica que, no meio da d\u00e9cada, haja uma contagem.\u201d<\/p>\n<p>Azeredo citou como exemplo de altera\u00e7\u00f5es populacionais que podem ocorrer entre duas edi\u00e7\u00f5es do censo o caso de um munic\u00edpio que teve crescimento forte e acelerado em decorr\u00eancia da instala\u00e7\u00e3o de uma ind\u00fastria no local ou, ao contr\u00e1rio, se uma ind\u00fastria saiu da cidade.<\/p>\n<p>Ele disse que a aus\u00eancia da contagem de meio da d\u00e9cada provocou um afastamento muito grande da estimativa e das proje\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o efetivamente contada no censo.<\/p>\n<p>\u201cTemos hoje uma contagem. A \u00faltima foi feita em 2010 e, como o nome diz, era uma estimativa. Claro que um censo tem um erro embutido ali, como [em] toda opera\u00e7\u00e3o, \u00e9 inerente \u00e0 opera\u00e7\u00e3o censit\u00e1ria, mas, efetivamente, a popula\u00e7\u00e3o oficial do Brasil, \u00e9 a popula\u00e7\u00e3o contada, porque \u00e9 o melhor m\u00e9todo para se obter o total. Fica a\u00ed uma li\u00e7\u00e3o: n\u00e3o deixar de fazer a contagem do meio da d\u00e9cada. Por isso, o IBGE defende hoje que, em 2025, fa\u00e7amos a contagem, para que em 2030 n\u00e3o estejamos aqui discutindo o mesmo assunto\u201d, completou.<\/p>\n<p>\u201cEssa [pesquisa censit\u00e1ria], al\u00e9m de se afastar muito da \u00faltima contagem, o que n\u00e3o deveria ter acontecido \u2013 nos afastamos de 2010 e n\u00e3o fizermos o censo em 2020 , n\u00e3o fizemos em 2021, ou seja, al\u00e9m de n\u00e3o fazer a contagem, nos afastamos 12 anos do \u00faltimo censo. Ent\u00e3o, a estimativa chega com menos precis\u00e3o e mais distante do \u00faltimo censo. Ela \u00e9 um n\u00famero ruim? N\u00e3o, \u00e9 o melhor n\u00famero que temos naquele momento. Por isso, \u00e9 que tomamos a decis\u00e3o de usar a pr\u00e9via. A estimativa ou a pr\u00e9via? Essa era a escolha em dezembro\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Azeredo lembrou que o censo foi feito depois do per\u00edodo da pandemia de covid-19 e que isso se reflete nos dados. \u201cFazer um censo depois de uma pandemia e querer que o Brasil esteja no mesmo formato, \u00e9 imposs\u00edvel. Muda a popula\u00e7\u00e3o, muda a estrutura et\u00e1ria. Temos que ver de que forma a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 se espalhando no territ\u00f3rio.\u201d<\/p>\n<p>\u201cTemos que falar de trabalho remoto, temos que falar de teletrabalho, uma modifica\u00e7\u00e3o incr\u00edvel no mercado de trabalho. \u00c9 importante analisar essas informa\u00e7\u00f5es, baseado no que aconteceu na popula\u00e7\u00e3o brasileira depois da pandemia e que pol\u00edticas podem ser desenvolvidas. O Brasil pode n\u00e3o se desenvolver, ou crescer, por qualquer motivo, menos por falta de informa\u00e7\u00e3o. N\u00f3s temos informa\u00e7\u00f5es fundamentais nos menores n\u00edveis geogr\u00e1ficos dispon\u00edveis\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>De acordo com Azeredo, entre as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis agora, est\u00e3o o acesso de crian\u00e7as e adolescentes \u00e0s escolas, informa\u00e7\u00f5es de mercado de trabalho para avaliar, principalmente onde \u00e9 necess\u00e1rio instalar empresas ou ind\u00fastrias para aumentar a popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho e tamb\u00e9m a seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, o aumento de 12 milh\u00f5es, 306 mil e 713 pessoas na compara\u00e7\u00e3o com o censo de 2010 \u00e9 a menor taxa geom\u00e9trica de crescimento populacional desde em 1872, quando foi realizado o primeiro censo no Brasil. Azeredo afirmou que o ritmo de crescimento, conforme as \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es, tem sido cada vez menor, o que refor\u00e7a a conclus\u00e3o sobre o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o brasileira. \u201cEstamos com uma pir\u00e2mide et\u00e1ria completamente diferente. Temos que saber que o Brasil est\u00e1 envelhecendo e ficando de cabe\u00e7a branca. A gente tem que melhorar as pol\u00edticas de cuidado com as pessoas. \u00c9 fundamental ter isso no censo. Onde est\u00e1 esta popula\u00e7\u00e3o?\u201d questionou.<\/p>\n<p>O atraso das informa\u00e7\u00f5es provocou efeitos tamb\u00e9m nas pol\u00edticas p\u00fablicas. Para o dem\u00f3grafo e epidemiologista da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (ENSP-Fiocruz) Raphael Guimar\u00e3es, o censo \u00e9 hoje o instrumento mais poderoso para fornecer diagn\u00f3sticos em n\u00edvel municipal para formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cSempre que nos afastamos um pouco do prazo para fazer o censo, estamos, cada vez mais, operando pol\u00edticas p\u00fablicas no escuro\u201d, disse Guimar\u00e3es \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>Como exemplo do impacto, o dem\u00f3grafo citou a distribui\u00e7\u00e3o de vacinas contra a covid-19, feita durante a pandemia pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade com base em informa\u00e7\u00f5es defasadas. \u201cA vacina \u00e9 um bom exemplo para isso. Temos que pensar no quantitativo de vacinas considerando o tamanho da popula\u00e7\u00e3o e no contexto de onde vamos criando crit\u00e9rios de elegibilidade para poder aplicar a vacina. \u00c9 preciso considerar que estrutura et\u00e1ria essa popula\u00e7\u00e3o tem. Se tem uma estimativa de popula\u00e7\u00e3o mais idosa que n\u00e3o atende, voc\u00ea est\u00e1 oferecendo menos doses para idoso do que deveria.\u201d<\/p>\n<p>Guimar\u00e3es acrescentou que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 pelo quantitativo de popula\u00e7\u00e3o, mas porque tem uma expectativa de percentual de idosos na popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o necessariamente vai corresponder \u00e0 realidade. Para ele, isso ficou muito evidente por causa da pandemia.<\/p>\n<p>\u201cEssa coisa de ter perdido quase 1 milh\u00e3o de pessoas, pouco mais de 700 mil mortes s\u00f3 pela covid, a gente olha para isso e tenta entender que efeito tem na estrutura da popula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o tivemos muita morte de adulto jovem. Isso tem efeito de composi\u00e7\u00e3o bastante consider\u00e1vel que vai trazer consequ\u00eancias ainda em curto e m\u00e9dio prazos\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da distribui\u00e7\u00e3o de vacinas, o pesquisador lembrou que o atraso influenciou a defini\u00e7\u00e3o de leitos para saber o tipo de cada um conforme a idade, a organiza\u00e7\u00e3o do sistema de sa\u00fade e o n\u00famero de mulheres em idade f\u00e9rtil. \u201cO n\u00famero exato e a estrutura et\u00e1ria da popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito importantes para redirecionar a pol\u00edtica de sa\u00fade, n\u00e3o s\u00f3 para tornar algumas coisas priorit\u00e1rias, mas fazer o direcionamento adequado e fazer com que a pol\u00edtica p\u00fablica cumpra o seu papel\u201d, disse.<\/p>\n<h2>Munic\u00edpios<\/h2>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Munic\u00edpios (CNM) apontou perdas para cidades nas quais houve redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de habitantes. Em nota, a CNM avaliou que os dados do censo \u201cn\u00e3o representam com fidedignidade a realidade do pa\u00eds e impactam diretamente nos recursos transferidos aos entes locais, especialmente em rela\u00e7\u00e3o ao Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios e a diversos programas federais que consideram o porte populacional\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com a confedera\u00e7\u00e3o, os desvios muito acentuados entre a popula\u00e7\u00e3o estimada e a efetiva observados no censo indicam \u201cerros de estimativas com s\u00e9rias consequ\u00eancias para a gest\u00e3o municipal\u201d.<\/p>\n<p>Cimar Azeredo disse que o fato de o munic\u00edpio perder popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 provocado pelo censo, e o munic\u00edpio vai ganhar com os dados dispon\u00edveis na pesquisa censit\u00e1ria, uma vez que dispor\u00e1 de informa\u00e7\u00f5es fundamentais para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cO impacto que o censo provoca nos munic\u00edpios \u00e9 sempre positivo, dando informa\u00e7\u00f5es e permitindo que o prefeito e a sociedade civil, munidos dessas informa\u00e7\u00f5es, possam fazer o munic\u00edpio crescer. Perder popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi por conta do censo, que s\u00f3 acusa isso e mostra que o Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios pode ser melhor distribu\u00eddo\u201d, afirmou Azeredo.<\/p>\n<p>A CNM informou que, \u201cpor entender a relev\u00e2ncia dessa radiografia para o pa\u00eds\u201d, vai atuar junto ao Congresso Nacional e ao Executivo para que nova contagem populacional seja feita em 2025, para assegurar dados efetivos e corrigir as distor\u00e7\u00f5es decorrentes do levantamento. Essa contagem em 2025 \u00e9 a do meio da d\u00e9cada que Cimar Azeredo considera fundamental em todas as edi\u00e7\u00f5es do censo e espera que ocorra na data certa.<\/p>\n<p>Depois de apresentar as informa\u00e7\u00f5es sobre popula\u00e7\u00e3o e domic\u00edlios, o IBGE j\u00e1 programou as pr\u00f3ximas divulga\u00e7\u00f5es de dados do Censo 2022\/2023.<\/p>\n<p>Cimar Azeredo adiantou que elas ser\u00e3o feitas separadamente para o conjunto de informa\u00e7\u00f5es de cada tema. Haver\u00e1 v\u00e1rias divulga\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas, come\u00e7ando por popula\u00e7\u00e3o quilombola, depois ind\u00edgenas, a idade do Brasil, o Brasil que sabe ler e escrever, a cor do Brasil. Favela tamb\u00e9m est\u00e1 nas divulga\u00e7\u00f5es. \u201cSer\u00e3o v\u00e1rias divulga\u00e7\u00f5es e todas muito pr\u00f3ximas, com dist\u00e2ncia entre 15 ou 20 dias.\u201d<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente substituto do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), Cimar Azeredo (foto), afirmou, nesta sexta-feira (30), que a falta de atualiza\u00e7\u00e3o de dados antes da coleta feita para o Censo 2022\/2023 \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o para a diferen\u00e7a entre o total da popula\u00e7\u00e3o divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) na quarta-feira [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":246,"featured_media":215522,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[436,261,439],"tags":[],"class_list":["post-215521","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-da-semana","category-economia","category-ultima-hora"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/215521","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/246"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=215521"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/215521\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":215524,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/215521\/revisions\/215524"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/215522"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=215521"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=215521"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=215521"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}