{"id":213524,"date":"2023-05-09T19:57:30","date_gmt":"2023-05-09T22:57:30","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=213524"},"modified":"2023-05-09T19:57:30","modified_gmt":"2023-05-09T22:57:30","slug":"inflacao-para-familias-de-baixa-renda-e-maior-em-norte-e-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=213524","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o para fam\u00edlias de baixa renda \u00e9 maior em Norte e Nordeste"},"content":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor regional (IPC-Regional), medido pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), registrou taxas de infla\u00e7\u00e3o mais elevadas para os consumidores de renda mais baixa,\u00a0at\u00e9 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo\u00a0nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. No Norte, a taxa acumulada em 12 meses, at\u00e9 mar\u00e7o deste ano, ficou em 4,70%.<\/p>\n<p>Essa tamb\u00e9m foi a \u00fanica regi\u00e3o onde a infla\u00e7\u00e3o para aqueles com renda mais baixa superou a alta de pre\u00e7os para aqueles com renda mais alta (ou seja, com renda maior que 11,5 sal\u00e1rios m\u00ednimos), os quais tiveram infla\u00e7\u00e3o de 4,14%.<\/p>\n<p>No Nordeste, a infla\u00e7\u00e3o da renda baixa ficou em 4,57%, pouco abaixo dos 4,70% da alta renda. Ainda assim a alta de pre\u00e7os daqueles com renda mais baixa no Nordeste ficou acima das taxas observadas para a baixa renda no Sudeste (3,03%), Sul (3,12%) e Centro-Oeste (2,24%).<\/p>\n<p>Nessas regi\u00f5es, a alta renda teve as seguintes taxas: Sudeste (4,05%), Sul (4,41%) e Centro-Oeste (3,23%).<\/p>\n<h2>Acumulado em 3 anos<\/h2>\n<p>A pesquisa, que foi divulgada pela primeira vez nesta ter\u00e7a-feira (9), pela FGV, traz os produtos que mais contribu\u00edram para a infla\u00e7\u00e3o da baixa e da alta rendas, no per\u00edodo acumulado de janeiro de 2020 a mar\u00e7o deste ano.<\/p>\n<p>Segundo a FGV, no Nordeste, os produtos que mais puxaram a alta de pre\u00e7os nesse per\u00edodo de tr\u00eas anos e tr\u00eas meses, foram o g\u00e1s de botij\u00e3o, tarifa de eletricidade residencial, p\u00e3o franc\u00eas e aluguel residencial. Tamb\u00e9m aparecem na lista outros itens de alimenta\u00e7\u00e3o, como frango inteiro, arroz, cebola e tomate.<\/p>\n<p>Para a renda alta, os itens que mais pesaram s\u00e3o autom\u00f3vel novo, gasolina, passagem a\u00e9rea e plano de sa\u00fade. \u201c\u00c9 bem diferente com a infla\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos tr\u00eas anos afetou fam\u00edlias ricas e pobres no Nordeste\u201d, afirma o coordenador de \u00edndices de pre\u00e7os da FGV, Andr\u00e9 Braz.<\/p>\n<p>No Norte, a infla\u00e7\u00e3o de baixa renda foi mais impactada pelas altas do g\u00e1s de botij\u00e3o, frango inteiro, eletricidade residencial e farinha de mandioca. Tamb\u00e9m aparecem itens aliment\u00edcios como polpa de fruta, carne mo\u00edda, sandu\u00edches e p\u00e3o franc\u00eas. J\u00e1 a alta renda teve mais impacto do autom\u00f3vel novo, material para reparos de resid\u00eancia e licenciamento de IPVA.<\/p>\n<p>Nas demais regi\u00f5es, alimentos tamb\u00e9m aparecem como destaques para a renda mais baixa, assim itens como g\u00e1s de botij\u00e3o, energia el\u00e9trica e aluguel. J\u00e1 entre os mais ricos, s\u00e3o itens comuns entre as regi\u00f5es, itens como autom\u00f3vel novo, plano de sa\u00fade, gasolina, comida fora de casa e IPVA.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor regional (IPC-Regional), medido pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), registrou taxas de infla\u00e7\u00e3o mais elevadas para os consumidores de renda mais baixa,\u00a0at\u00e9 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo\u00a0nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. No Norte, a taxa acumulada em 12 meses, at\u00e9 mar\u00e7o deste ano, ficou em 4,70%. 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