{"id":204004,"date":"2022-09-08T14:16:49","date_gmt":"2022-09-08T17:16:49","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=204004"},"modified":"2022-09-08T14:16:49","modified_gmt":"2022-09-08T17:16:49","slug":"consumo-nos-lares-brasileiros-cresce-775-em-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=204004","title":{"rendered":"Consumo nos lares brasileiros cresce 7,75% em julho"},"content":{"rendered":"<p>O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras), encerrou o m\u00eas\u00a0de julho\u00a0com\u00a0alta de 7,75% em rela\u00e7\u00e3o a\u00a0junho. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1481401&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1481401&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o\u00a0com julho de 2021, o indicador apresentou alta de 8,02%. O resultado contempla os formatos de loja: atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhan\u00e7a, hipermercado, minimercado e e-commerce. Todos os indicadores s\u00e3o deflacionados pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Segundo a Abras, em julho, al\u00e9m da desacelera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos alimentos, o m\u00eas teve cinco fins\u00a0de semana, o que contribuiu para maior n\u00famero de idas ao ponto de venda. \u201cMonitoramos desde julho os primeiros sinais de retra\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os de alguns itens que tiveram altas expressivas decorrentes de fatores clim\u00e1ticos, sazonais e das commodities, que v\u00eam pressionando a cesta de alimentos desde o in\u00edcio do ano. Se mantida essa menor press\u00e3o inflacion\u00e1ria, o consumo tende a ser crescente neste segundo semestre diante do crescimento do emprego e dos recursos injetados na economia\u201d, afirmou\u00a0o vice-presidente da Abras,\u00a0Marcio Milan.<\/p>\n<p>De acordo com os dados da Abras, o valor da cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) atingiu o menor patamar do ano, com alta de 0,63%.\u00a0Houve queda\u00a0de pre\u00e7os em produtos b\u00e1sicos como \u00f3leo de soja, feij\u00e3o, arroz, a\u00e7\u00facar e nos itens da cesta de hortifrutigranjeiros, entre eles batata, tomate, cebola. Em julho, a cesta nacional composta por 35 produtos de largo consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza passou de R$ 773,44 para R$ 778,32. No ano, a alta \u00e9 de 11,10%.<\/p>\n<p>O\u00a0\u00f3leo de soja apresentou retra\u00e7\u00e3o\u00a0pelo segundo m\u00eas seguido, caindo\u00a02,41%\u00a0na compara\u00e7\u00e3o com junho. O pre\u00e7o do feij\u00e3o ficou 1,69% mais baixo\u00a0pela primeira vez, ap\u00f3s seis meses de alta. O indicador mostrou\u00a0ainda a terceira queda no pre\u00e7o do a\u00e7\u00facar, que em julho retraiu 0,60%. O arroz teve menor varia\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os, de 0,11%, e acumula queda de 5,77% em 12 meses.<\/p>\n<p>As maiores quedas nos pre\u00e7os vieram dos hortifrutigranjeiros que causaram impacto\u00a0na cesta desde o in\u00edcio do ano por problemas clim\u00e1ticos, menor oferta nas regi\u00f5es produtoras e altos custos dos fretes. Entre esses produtos est\u00e3o o\u00a0tomate (-23,68%), a batata (-16,62%) e a\u00a0cebola (-5,55%).<\/p>\n<p>Os dados mostram ainda que o\u00a0pre\u00e7o das prote\u00ednas variou menos de 1% em julho. Os destaques foram carne traseira\u00a0(-0,83%), ovo (-0,42%), pernil (-0,43%), frango congelado (0,69%). Dos cortes bovinos analisados pelo Abrasmercado, a maior alta foi do dianteiro (1,14%) depois de dois meses seguidos de retra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No sentido contr\u00e1rio, a\u00a0cesta nacional\u00a0teve\u00a0quatro das cinco maiores altas puxadas por leite e derivados. O leite longa vida ficou 25,46% mais caro e os derivados cerca de 5%. Eentre eles est\u00e3o o\u00a0leite em p\u00f3 (+5,36%), queijo mussarela (+5,28%) e o\u00a0queijo prato (+5,18%). Outro item com significativa alta foi o sal (3,96%). Custos com frete e embalagens vem encarecendo o produto, que acumula alta de 11,75% no ano.<\/p>\n<p>Na categoria de higiene e beleza, as altas foram puxadas por sabonete (1,97%), xampu (1,10%), papel higi\u00eanico (1,01%), creme dental (0,99%). Na cesta de limpeza, a maior alta foi registrada no sab\u00e3o em p\u00f3 (2,14%), detergente l\u00edquido para lou\u00e7as (1,66%), desinfetante (1,20%) e\u00a0\u00e1gua sanit\u00e1ria (0,22%).<\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste apresentou varia\u00e7\u00e3o negativa nos pre\u00e7os da cesta, de 0,14%, e teve a cesta mais barata entre as cinco regi\u00f5es. Em julho, o valor m\u00e9dio foi de R$ 690,64. Na Regi\u00e3o Norte, a queda foi de 0,07%, com pre\u00e7os m\u00e9dios da cesta em R$ 833,08. Na Regi\u00e3o Sul, a varia\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o da cesta foi de +0,15%, a menor do ano. Em julho, o pre\u00e7o m\u00e9dio da cesta foi de R$ 880,05 e a regi\u00e3o tem a cesta mais cara do pa\u00eds. As regi\u00f5es Centro-Oeste e Sudeste tiveram as maiores varia\u00e7\u00f5es: de 1,85% e 1,86%,, com as cestas custando R$ 716,09 e R$ 769,86.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras), encerrou o m\u00eas\u00a0de julho\u00a0com\u00a0alta de 7,75% em rela\u00e7\u00e3o a\u00a0junho. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%. Na compara\u00e7\u00e3o\u00a0com julho de 2021, o indicador apresentou alta de 8,02%. 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