{"id":191654,"date":"2021-11-29T19:28:41","date_gmt":"2021-11-29T22:28:41","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=191654"},"modified":"2021-11-29T19:28:41","modified_gmt":"2021-11-29T22:28:41","slug":"formados-no-ensino-superior-perceberam-melhora-para-conseguir-emprego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=191654","title":{"rendered":"Formados no ensino superior perceberam melhora para conseguir emprego"},"content":{"rendered":"<p>Um levantamento feito pela Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior do Brasil, mostrou que para 82,2% dos egressos das universidades houve melhora para encontrar uma coloca\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a conclus\u00e3o do ensino superior, enquanto 17,8% disseram que nada mudou. Entre os que disseram\u00a0ter\u00a0havido melhora, 75,6% eram de cursos presenciais e 24,4% do Ensino a Dist\u00e2ncia (EAD).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1429591&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1429591&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Segundo a 3\u00aa Pesquisa de Empregabilidade, 64,4% dos egressos que ainda n\u00e3o conseguiram o primeiro emprego se formaram entre 2019 e 2021, per\u00edodo da pandemia de covid-19.<\/p>\n<p>O levantamento foi feito em parceria com a Symplicity entre os dias\u00a002 de agosto\u00a0a\u00a012 de outubro\u00a0de 2021, com a participa\u00e7\u00e3o facultativa de 3.086 egressos do ensino superior, que responderam o question\u00e1rio por e-mail, m\u00eddias sociais e disponibiliza\u00e7\u00e3o na plataforma Symplic.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra que entre os que j\u00e1 estavam formados h\u00e1 at\u00e9 tr\u00eas anos, 27,7% conseguiram o primeiro emprego ou um novo emprego. Entre aqueles formados h\u00e1 mais de tr\u00eas anos esse percentual foi de 38,9%. A pesquisa mostra ainda que para 17% dos formados em at\u00e9 tr\u00eas anos o sal\u00e1rio melhorou e 15,7% ingressaram em um curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Entre os formados h\u00e1 mais de tr\u00eas anos esses percentuais s\u00e3o de 29,2% e 27,3% respectivamente.<\/p>\n<p>Segundo os dados, 49,6% daqueles que se formaram na rede privada trabalham na sua \u00e1rea de forma\u00e7\u00e3o e da rede p\u00fablica s\u00e3o 50,1%. J\u00e1 13,9% dos alunos da rede privada trabalham fora de sua \u00e1rea por falta de oportunidade e outros 12,4% por op\u00e7\u00e3o. No caso da rede p\u00fablica esses percentuais s\u00e3o de 12,4% e 14,1%. Entre os alunos da rede privada, 39,1% disseram estar desempregados h\u00e1 mais de um ano e 30,9% h\u00e1 at\u00e9 um ano. Os da rede p\u00fablica s\u00e3o 32,2% h\u00e1 mais de um ano e 28,9% h\u00e1 at\u00e9 um ano.<\/p>\n<p>Entre os cursos com maior percentual de pessoas que trabalham na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o est\u00e3o medicina (100%), engenharia de computa\u00e7\u00e3o (92,6%), ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o (90,5%), farm\u00e1cia (79,3%), odontologia (78,9%) fisioterapia (64,4%), arquitetura e urbanismo (63,5%), psicologia (61,1%), publicidade e propaganda (60,5%) e contabilidade (60,5%).<\/p>\n<p>J\u00e1 os cursos com maior percentual de respondentes que trabalham em \u00e1rea diferente da de forma\u00e7\u00e3o por falta de oportunidade s\u00e3o o de rela\u00e7\u00f5es internacionais (34,6%), engenharia ambiental (27,8%), engenharia de produ\u00e7\u00e3o (27,6%), engenharia qu\u00edmica e gest\u00e3o financeira (ambos com 26,5%), matem\u00e1tica e engenharia mec\u00e2nica (ambos com 26,1%), gest\u00e3o de pessoas (25,4%), servi\u00e7o social (23,1%) e economia (22,2%).<\/p>\n<p>O levantamento da Semesp mostrou tamb\u00e9m que o percentual de empregados com carteira assinada passou de 58% na\u00a0segunda\u00a0edi\u00e7\u00e3o para 63,8% na terceira. O percentual de aut\u00f4nomos e comissionados passou de 8,8% para 10,5% e o de funcion\u00e1rios p\u00fablicos de 16,2% para 10,2%.<\/p>\n<p>Foram\u00a0questionadas\u00a0ainda quais as dificuldades para entrar no mercado de trabalho e a maioria respondeu que a falta de experi\u00eancia \u00e9 um dos principais fatores, j\u00e1 que o mercado \u00e9 muito exigente ao contratar um rec\u00e9m-formado, porque a maioria das vagas pedem alguma experi\u00eancia profissional na \u00e1rea ao mesmo tempo que oferecem baixa remunera\u00e7\u00e3o. Foi citado ainda a falta de oportunidade, com a alta concorr\u00eancia e o baixo n\u00famero de vagas oferecidas, al\u00e9m de as habilidades exigidas e a falta de conhecimento nessas habilidades\u00a0ter\u00a0dificultado a obten\u00e7\u00e3o da vaga.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento feito pela Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior do Brasil, mostrou que para 82,2% dos egressos das universidades houve melhora para encontrar uma coloca\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a conclus\u00e3o do ensino superior, enquanto 17,8% disseram que nada mudou. 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