{"id":186799,"date":"2021-08-12T16:22:09","date_gmt":"2021-08-12T19:22:09","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=186799"},"modified":"2021-08-12T16:22:09","modified_gmt":"2021-08-12T19:22:09","slug":"setor-de-servicos-cresceu-17-em-junho-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=186799","title":{"rendered":"Setor de servi\u00e7os cresceu 1,7% em junho, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p>O volume de servi\u00e7os cresceu 1,7% em junho, na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, e acumula alta de 4,4% no trimestre. O resultado representa o maior patamar desde maio de 2016, e ficou 2,4% acima de fevereiro do ano passado, no per\u00edodo pr\u00e9-pandemia da covid-19. Os dados foram divulgados, hoje (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), na Pesquisa Mensal de Servi\u00e7os (PMS).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1418237&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1418237&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o anual, o crescimento em rela\u00e7\u00e3o a junho de 2020 \u00e9 de 21,1%. No ano, junho apresentou a quarta taxa positiva consecutiva e o setor acumula alta de 9,5% no semestre, na compara\u00e7\u00e3o com os seis primeiros meses de 2020. De acordo com o analista da pesquisa Rodrigo Lobo, mesmo com o avan\u00e7o, o setor ainda est\u00e1 9,1% abaixo do recorde hist\u00f3rico, alcan\u00e7ado em novembro de 2014.<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00edndice em junho de 2021 se encontra no n\u00edvel mais elevado desde maio de 2016. Em 12 meses, ao passar de menos 2,1% em maio para 0,4% em junho, manteve a trajet\u00f3ria ascendente iniciada em fevereiro deste ano [-8,6%]. Esse 0,4% \u00e9 o mais intenso desde mar\u00e7o de 2020, quando o \u00edndice era 0,7%, sendo o \u00faltimo acumulado positivo em 12 meses antes de junho\u201d, explicou o analista.<\/p>\n<p><strong>Atividades<\/strong><\/p>\n<p>Rodrigo Lobo disse que todas as cinco atividades investigadas pela pesquisa tiveram desempenho positivo no m\u00eas. Os destaques foram os servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, que cresceram 2,5% e alcan\u00e7aram o ponto mais alto de sua s\u00e9rie hist\u00f3rica. Transportes, servi\u00e7os auxiliares aos transportes e correio cresceram 1,7% e os servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias tiveram alta de 8,1%. Os servi\u00e7os profissionais, administrativos e complementares subiram 1,4% e a categoria outros servi\u00e7os subiu 2,3%.<\/p>\n<p>O analista disse que a recupera\u00e7\u00e3o do setor de servi\u00e7o foi puxada pelo desempenho de empresas que puderam aproveitar as novas din\u00e2micas geradas pela pandemia, que, em sua maioria, exigem pouca m\u00e3o de obra e concentram renda, tendo pouco efeito distributivo na economia como um todo.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o servi\u00e7os que foram impulsionados desde meados do ano passado, como os servi\u00e7os de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, consultoria empresarial, servi\u00e7os financeiros auxiliares, transporte de carga, apoio log\u00edstico e armazenagem de mercadorias, por exemplo. Esses segmentos n\u00e3o est\u00e3o correlacionados com a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os presenciais, e est\u00e3o mostrando um dinamismo significativo, colocando o setor de servi\u00e7os, em junho de 2021, no patamar de maio de 2016\u201d.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro de 2020, os servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o est\u00e3o 9,8% acima, os transportes, servi\u00e7os auxiliares dos transportes e correio tiveram crescimento de 7,5% e outros servi\u00e7os est\u00e3o 7,6% acima do que apresentava antes da pandemia. Por outro lado, Rodrigo Lobo disse que os servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias ficaram 22,8% abaixo no patamar de fevereiro de 2020.<\/p>\n<p>\u201cOs servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias, impulsionados pelo segmento de alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o, tiveram a terceira taxa positiva em junho, avan\u00e7ando no per\u00edodo 40,3%, depois de ter sofrido impacto, em mar\u00e7o deste ano de menos 28%, com o fechamento ou a limita\u00e7\u00e3o de funcionamento de estabelecimentos considerados n\u00e3o essenciais para controle da dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus. Essa atividade, contudo, ainda opera 22,8% abaixo do per\u00edodo pr\u00e9-pandemia, porque ainda h\u00e1 algum receio da popula\u00e7\u00e3o em consumir servi\u00e7os dessa natureza, al\u00e9m das restri\u00e7\u00f5es de funcionamento em alguns estabelecimentos\u201d, disse o analista.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise regional<\/strong><\/p>\n<p>No m\u00eas analisado, 23 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o tiveram crescimento no volume de servi\u00e7os, na compara\u00e7\u00e3o com maio. O principal impacto no \u00edndice nacional ocorreu no Rio de Janeiro, com alta de 5,4%, seguido por S\u00e3o Paulo (0,5%), Minas Gerais (2,4%), Rio Grande do Sul (3,4%), Pernambuco (5,4%), Santa Catarina (3,1%) e Distrito Federal (3,3%). Pelo lado das baixas, Mato Grosso caiu 5%, Bahia 0,8% e Tocantins 1,8%. Alagoas ficou est\u00e1vel.<\/p>\n<p>O \u00edndice de atividades tur\u00edsticas subiu 11,9% na passagem de maio para junho, sendo a segunda taxa positiva consecutiva, somando 43% nos dois meses. Mas o turismo ainda est\u00e1 29,5% abaixo do patamar pr\u00e9-pandemia. As 12 unidades da federa\u00e7\u00e3o que integram esse indicador apresentaram crescimento, com destaque para S\u00e3o Paulo (5,3%), Rio de Janeiro (12,4%) e Minas Gerais (19,7%).<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O volume de servi\u00e7os cresceu 1,7% em junho, na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, e acumula alta de 4,4% no trimestre. O resultado representa o maior patamar desde maio de 2016, e ficou 2,4% acima de fevereiro do ano passado, no per\u00edodo pr\u00e9-pandemia da covid-19. 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