{"id":186500,"date":"2021-08-06T15:59:36","date_gmt":"2021-08-06T18:59:36","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=186500"},"modified":"2021-08-06T15:59:36","modified_gmt":"2021-08-06T18:59:36","slug":"margem-equatorial-tera-8-pocos-a-serem-perfurados-de-2022-a-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=186500","title":{"rendered":"Margem equatorial ter\u00e1 8 po\u00e7os a serem perfurados de 2022 a 2025"},"content":{"rendered":"<p>O diretor de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da Petrobras\u00a0Fernando Borges\u00a0informou hoje (5), em coletiva virtual, que a margem equatorial brasileira, que engloba as bacias da Foz do Amazonas, Par\u00e1-Maranh\u00e3o \/Barreirinhas e Potiguar, ter\u00e1 oito po\u00e7os a serem perfurados no per\u00edodo de 2022 a 2025, dos quais seis po\u00e7os ser\u00e3o na linha divis\u00f3ria com a Guiana Francesa. Dependendo da obten\u00e7\u00e3o das licen\u00e7as ambientais, dois po\u00e7os ser\u00e3o perfurados em 2022.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1417528&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1417528&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Borges esclareceu que o trabalho explorat\u00f3rio depende dos resultados que ser\u00e3o obtidos para saber se vale a pena investir mais nessas \u00e1reas. Os investimentos programados para a margem equatorial brasileira nos oito po\u00e7os soma US$ 1 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com estudos realizados pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) a partir de dados disponibilizados pela Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) as bacias sedimentares da Foz do Amazonas, Par\u00e1-Maranh\u00e3o\/Barreirinhas e Potiguar mostram semelhan\u00e7as com descobertas feitas no Golfo da Guin\u00e9, na \u00c1frica, e na Guiana\/Suriname, o que sugere grande potencial explorat\u00f3rio de produ\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Borges analisou como normal a queda de produ\u00e7\u00e3o observada no campo de Tupi porque, segundo ele, quando se termina de colocar todos os po\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o e inje\u00e7\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um decl\u00ednio natural de produ\u00e7\u00e3o de qualquer jazida de cerca de 10% a 12%. \u201cIsso \u00e9 o que ocorre\u201d. Por isso, assegurou que o neg\u00f3cio da empresa \u00e9 buscar novas jazidas.<\/p>\n<p>O diretor explicou que para manter uma produ\u00e7\u00e3o constante de 2 milh\u00f5es de barris por dia, \u00e9 preciso agregar, no m\u00ednimo, 240 mil barris di\u00e1rios, todo ano, \u201cporque sen\u00e3o, o decl\u00ednio natural vai fazer a produ\u00e7\u00e3o cair. Isso \u00e9 do nosso neg\u00f3cio\u201d. Ele disse que no per\u00edodo 2021\/2022, para manter ou\u00a0elevar um pouco mais a produ\u00e7\u00e3o da empresa, est\u00e3o previstos em torno de 20 novos po\u00e7os explorat\u00f3rios. Onze deles ficar\u00e3o na Bacia de Campos, muitos deles na franja externa ao Pol\u00edmero do Pr\u00e9-Sal; seis po\u00e7os no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos; dois po\u00e7os na Bacia do Esp\u00edrito Santo, tamb\u00e9m no pr\u00e9-sal; e dois po\u00e7os na margem equatorial, se a Petrobras conseguir obter as licen\u00e7as ambientais.<\/p>\n<p>Fernando Borges afirmou que outro aspecto rotineiro da atividade petrol\u00edfera \u00e9 a parada para manuten\u00e7\u00e3o das plataformas, para preservar a seguran\u00e7a e a integridade das instala\u00e7\u00f5es. Com a pr\u00f3xima entrada em funcionamento do navio plataforma Carioca, ser\u00e3o 59 unidades de produ\u00e7\u00e3o em funcionamento. Est\u00e1 programada a parada de 38 unidades este ano, no total, o que compromete 5% da produ\u00e7\u00e3o da companhia, \u201cque \u00e9 normal do neg\u00f3cio. \u00c9 parte da nossa rotina inspecionar e cuidar da integridade f\u00edsica de todas as nossas unidades\u201d.<\/p>\n<p><strong>D\u00edvida<\/strong><\/p>\n<p>O diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras\u00a0Rodrigo Araujo\u00a0afirmou que a redu\u00e7\u00e3o do endividamento, que chegou no segundo trimestre deste ano a uma d\u00edvida bruta de US$ 63,7 bilh\u00f5es, 10,3% inferior \u00e0 do trimestre anterior, torna fact\u00edvel atingir a meta de US$ 60 bilh\u00f5es, no final deste ano, abaixo do projetado para 2021, que era da ordem de US$ 67 bilh\u00f5es. A redu\u00e7\u00e3o resultou da combina\u00e7\u00e3o de menor custo e gera\u00e7\u00e3o de maior valor, sublinhou. \u201cA gente acredita que tem espa\u00e7o para chegar mais pr\u00f3ximo do final do ano da meta de US$ 60 bilh\u00f5es. Isso combinado com as nossas perspectivas de resultado e gera\u00e7\u00e3o de caixa para o restante do ano nos permitiu definir essa distribui\u00e7\u00e3o antecipada de dividendos, compat\u00edvel com a nossa pol\u00edtica de dividendos que permite a distribui\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria\u201d.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o pagos aos acionistas antecipadamente US$ 6 bilh\u00f5es em dividendos, referentes ao exerc\u00edcio de 2021, sendo US$ 4 bilh\u00f5es no pr\u00f3ximo dia 25 de agosto e os restantes US$ 2 bilh\u00f5es em 15 de dezembro.<\/p>\n<p>Araujo reiterou que a prioridade da Petrobras \u00e9 atingir no final do ano a meta de endividamento de US$ 60 bilh\u00f5es. \u201cE a gente come\u00e7a a ser cada vez mais seletivo no momento de pr\u00e9-pagamento da nossa d\u00edvida, no sentido de que a gente quer chegar aos US$ 60 bilh\u00f5es gerando o maior valor poss\u00edvel, aproveitar as oportunidades, seja fazendo pagamento de d\u00edvidas bilaterais, seja aproveitando momentos do ambiente do mercado de capitais para recomprar a nossa d\u00edvida a um custo mais baixo, a gente consegue equacionar isso, dado o nosso cen\u00e1rio de perspectivas de resultado e gera\u00e7\u00e3o de caixa, \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de dividendos. A gente v\u00ea isso como totalmente compat\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>Acrescentou que olhando um horizonte mais longo at\u00e9 2025, a meta \u00e9 manter o patamar da d\u00edvida em torno de US$ 60 bilh\u00f5es ou chegar um pouco abaixo disso.<\/p>\n<p>O diretor Financeiro disse tamb\u00e9m que est\u00e3o na fase vinculante os processos de venda da totalidade das participa\u00e7\u00f5es da Petrobras nas concess\u00f5es de Albacora e Albacora Leste, localizadas em \u00e1guas profundas na Bacia de Campos. A expectativa \u00e9 receber propostas ao longo do terceiro trimestre deste ano. N\u00e3o h\u00e1 ainda uma data prevista para encerramento dos processos. J\u00e1 o campo de Marlim permanece na fase n\u00e3o vinculante. Rodrigo Araujo exp\u00f4s que depois de Marlim e Albacora, n\u00e3o h\u00e1 detalhes sobre a coloca\u00e7\u00e3o \u00e0 venda pela Petrobras de outros campos de maior porte na Bacia de Campos.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da Petrobras\u00a0Fernando Borges\u00a0informou hoje (5), em coletiva virtual, que a margem equatorial brasileira, que engloba as bacias da Foz do Amazonas, Par\u00e1-Maranh\u00e3o \/Barreirinhas e Potiguar, ter\u00e1 oito po\u00e7os a serem perfurados no per\u00edodo de 2022 a 2025, dos quais seis po\u00e7os ser\u00e3o na linha divis\u00f3ria com a Guiana Francesa. 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