{"id":180683,"date":"2021-04-09T17:42:13","date_gmt":"2021-04-09T20:42:13","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=180683"},"modified":"2021-04-09T17:42:13","modified_gmt":"2021-04-09T20:42:13","slug":"custos-da-construcao-sobem-145-em-marco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=180683","title":{"rendered":"Custos da constru\u00e7\u00e3o sobem 1,45% em mar\u00e7o"},"content":{"rendered":"<div class=\"single\">\n<div class=\"texto--single \">\n<p>O \u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil (Sinapi), divulgado hoje (9) pelo IBGE, subiu 1,45% em mar\u00e7o e ficou 0,12 ponto percentual acima da taxa de fevereiro (1,33%). No primeiro trimestre do ano, o \u00edndice acumula aumento de 4,84% e, nos \u00faltimos 12 meses, a alta chega a 14,46%. Destaca-se o acumulado das parcelas dos materiais, que em 12 meses atingiu 24,61%.<\/p>\n<p>A principal influ\u00eancia no resultado do m\u00eas foi a alta no custo dos materiais (2,2%), com ligeira queda em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro (2,35%). \u201cA parcela dos materiais fecha o primeiro trimestre do ano com uma s\u00e9rie de tr\u00eas meses em desacelera\u00e7\u00e3o\u201d, explica o gerente da pesquisa, Augusto Oliveira. \u201cMesmo com essa desacelera\u00e7\u00e3o, esta varia\u00e7\u00e3o est\u00e1 entre as sete maiores registradas desde 2013, com o in\u00edcio da desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento.\u201d<\/p>\n<p>Entre os materiais com as altas mais significativas, o destaque fica com o a\u00e7o, que re\u00fane insumos como vergalh\u00e3o, tubo de condu\u00e7\u00e3o, arames e vigas, entre outros, e impactou uma m\u00e9dia de 20 estados brasileiros. Insumos como lajes, que necessitam de a\u00e7o em sua produ\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m apresentaram varia\u00e7\u00f5es em diversos estados.<\/p>\n<p>A parcela da m\u00e3o de obra, com alta de 0,47%, se deve a acordos coletivos em Mato Grosso, Bahia e Amap\u00e1. \u201cMesmo em poucos estados, os diss\u00eddios t\u00eam um peso significativo. A Bahia, por exemplo, \u00e9 um dos principais estados, em termos de peso de m\u00e3o de obra\u201d, informou Augusto.<\/p>\n<p>\u201cEstamos vivendo um per\u00edodo at\u00edpico, desde maio do ano passado. Observando a s\u00e9rie hist\u00f3rica, h\u00e1 uma sequ\u00eancia de altas desde agosto de 2020, no \u00edndice geral\u201d, comenta<\/p>\n<p>O custo nacional da constru\u00e7\u00e3o, por metro quadrado, que em fevereiro havia fechado em R$ 1.319,18, passou para R$ 1.338,35 em mar\u00e7o, sendo R$ 765,07 relativos aos materiais e R$ 573,28, \u00e0 m\u00e3o de obra.<\/p>\n<p><strong>Maior alta foi no Centro-Oeste, puxada por Mato Grosso<\/strong><\/p>\n<p>A regi\u00e3o Centro-Oeste, com alta significativa na parcela dos materiais em todos os estados e acordo coletivo em Mato Grosso, ficou com a maior varia\u00e7\u00e3o regional em mar\u00e7o, 1,93%. As demais regi\u00f5es apresentaram os seguintes resultados: 1,06% (Norte), 1,53% (Nordeste), 1,54% (Sudeste) e 0,96 (Sul).<\/p>\n<p>Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.331,86 (Norte); R$ 1.265,29 (Nordeste); R$ 1.385,56 (Sudeste); R$ 1.394,91 (Sul) e R$ 1.322,36 (Centro-Oeste).<\/p>\n<p>O Mato Grosso teve a maior varia\u00e7\u00e3o mensal entre os estados, 3,56%, resultado de uma alta substancial na parcela dos materiais e incorpora\u00e7\u00e3o da alta das categorias profissionais.<\/p>\n<p><strong>Sobre a pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e \u00cdndices da Constru\u00e7\u00e3o Civil \u2013 Sinapi, uma produ\u00e7\u00e3o conjunta do IBGE e da Caixa Econ\u00f4mica Federal \u2013 Caixa, tem por objetivo a produ\u00e7\u00e3o de s\u00e9ries mensais de custos e \u00edndices para o setor habitacional, e de s\u00e9ries mensais de sal\u00e1rios medianos de m\u00e3o de obra e pre\u00e7os medianos de materiais, m\u00e1quinas e equipamentos e servi\u00e7os da constru\u00e7\u00e3o para os setores de saneamento b\u00e1sico, infraestrutura e habita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As estat\u00edsticas do Sinapi s\u00e3o fundamentais na programa\u00e7\u00e3o de investimentos, sobretudo para o setor p\u00fablico. Os pre\u00e7os e custos auxiliam na elabora\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e avalia\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos, enquanto os \u00edndices possibilitam a atualiza\u00e7\u00e3o dos valores das despesas nos contratos e or\u00e7amentos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"lista-noticias lista-noticias--interno\">\n<div class=\"lista-noticias__item pure-g\"><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Ag\u00eancia IBGE <\/span><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil (Sinapi), divulgado hoje (9) pelo IBGE, subiu 1,45% em mar\u00e7o e ficou 0,12 ponto percentual acima da taxa de fevereiro (1,33%). No primeiro trimestre do ano, o \u00edndice acumula aumento de 4,84% e, nos \u00faltimos 12 meses, a alta chega a 14,46%. 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