{"id":176049,"date":"2021-01-14T11:04:54","date_gmt":"2021-01-14T14:04:54","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=176049"},"modified":"2021-01-14T11:04:54","modified_gmt":"2021-01-14T14:04:54","slug":"industria-cresce-em-10-dos-15-locais-pesquisados-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=176049","title":{"rendered":"Ind\u00fastria cresce em 10 dos 15 locais pesquisados em novembro"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">A produ\u00e7\u00e3o industrial apresentou alta em 10 dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-Regional), na passagem de outubro para novembro. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (14) pelo IBGE e mostra tamb\u00e9m que oito localidades superaram o patamar pr\u00e9-pandemia, de fevereiro: Amazonas (14,9%), Santa Catarina (9,5%), Cear\u00e1 (7,5%), Minas Gerais (6,2%), S\u00e3o Paulo (6%), Paran\u00e1 (5,9%), Rio Grande do Sul (5,2%) e Pernambuco (1,8%).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em novembro, os locais que assinalaram os crescimentos mais intensos foram Bahia (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%) e Amazonas (3,4%). O estado nordestino volta a crescer ap\u00f3s recuar em outubro (-0,1%), sendo a terceira influ\u00eancia positiva no resultado geral, al\u00e9m de maior taxa no absoluto. \u201cEsse aumento em novembro na Bahia foi impulsionado pelo resultado do setor de celulose e do setor de bebidas\u201d, afirma o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o industrial ga\u00facha, segunda influ\u00eancia positiva e tamb\u00e9m segundo maior resultado no absoluto, registra a s\u00e9tima alta consecutiva, com acumulado de 67% entre maio e novembro. De acordo com Bernardo, o Rio Grande do Sul contou com boa participa\u00e7\u00e3o do setor de couro, artigos de viagens e cal\u00e7ados. J\u00e1 o Amazonas, com a alta em novembro influenciada pelo setor de bebidas, eliminou a queda de 0,7% registrada em outubro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o Paulo, que exerce a maior influ\u00eancia no resultado da ind\u00fastria nacional, cresceu 1,5% em novembro, ap\u00f3s o recuo de 0,5% em outubro e cinco meses de crescimento entre maio e setembro, quando acumulou alta de 47%. \u201cComo nos \u00faltimos meses, as influ\u00eancias positivas na ind\u00fastria paulista foram do setor de ve\u00edculos e do setor de m\u00e1quinas e equipamentos\u201d, diz Bernardo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Regi\u00e3o Nordeste (2,9%), Santa Catarina (2,8%), Cear\u00e1 (1,7%), Rio de Janeiro (1,6%) tamb\u00e9m mostraram avan\u00e7os mais intensos do que a m\u00e9dia nacional (1,2%). Paran\u00e1 (1,2%) e Minas Gerais (0,6%) completam os locais com alta<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre as quedas, Par\u00e1 (-5,3%) e Mato Grosso (-4,3%) apontaram as maiores negativas de novembro. O estado do Norte teve a maior queda em termos absolutos e foi a principal influ\u00eancia negativa no m\u00eas. \u201c\u00c9 a terceira taxa negativa consecutiva da ind\u00fastria paraense, com perda acumulada de 10,4%\u201d, registra Bernardo, citando como influ\u00eancias negativas para o estado o setor extrativo, que concentra cerca de 88% de toda produ\u00e7\u00e3o industrial do Par\u00e1, e o setor de alimentos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 o Mato Grosso voltou a recuar ap\u00f3s crescer 0,8% em outubro. O principal componente da queda foram os resultados negativos dos setores de alimentos, muito influente na ind\u00fastria local, e de derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis. Os outros tr\u00eas locais que apresentaram queda em novembro foram Pernambuco (-1,0%), Esp\u00edrito Santo (-0,9%) e Goi\u00e1s (-0,9%).<\/span><\/p>\n<p><b>Dez locais tamb\u00e9m em alta na compara\u00e7\u00e3o com novembro de 2019<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com novembro do ano anterior, a produ\u00e7\u00e3o industrial, que teve alta de 2,8%, tamb\u00e9m cresceu em 10 dos 15 locais pesquisados. Paran\u00e1 (14,0%), Santa Catarina (11,1%) e Pernambuco (10,0%) registraram as maiores altas. Rio Grande do Sul (8,7%), Amazonas (7,8%), Cear\u00e1 (6,0%), Minas Gerais (5,2%), S\u00e3o Paulo (4,7%) e Regi\u00e3o Nordeste (3,0%) tamb\u00e9m apresentaram taxas maiores que a m\u00e9dia nacional. A Bahia (1,0%) completa a lista dos locais com alta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, Mato Grosso (-18,4%) apontou o maior recuo de novembro de 2020, seguido por Rio de Janeiro (-7,0%), Par\u00e1 (-4,6%), Goi\u00e1s (- 4,2%) e Esp\u00edrito Santo (-3,9%).<\/span><\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> Ag\u00eancia IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial apresentou alta em 10 dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-Regional), na passagem de outubro para novembro. 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