{"id":149684,"date":"2019-10-20T06:00:50","date_gmt":"2019-10-20T08:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=149684"},"modified":"2019-10-17T19:30:25","modified_gmt":"2019-10-17T22:30:25","slug":"estudo-diz-que-sudeste-reune-maior-numero-de-residentes-422","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=149684","title":{"rendered":"Estudo diz que Sudeste re\u00fane maior n\u00famero de residentes: 42,2%"},"content":{"rendered":"<p>A regi\u00e3o Sudeste \u00e9 a que concentra o maior n\u00famero de residentes no Brasil. Em 2018, eram 42,2% do total de 207,9 milh\u00f5es de pessoas no pa\u00eds. Em 2012, os residentes eram 197,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A segunda regi\u00e3o mais populosa \u00e9 a Nordeste (27,2%), seguida do Sul (14,3%), do Norte (8,6%) e do Centro-Oeste (7,7%). Na compara\u00e7\u00e3o com 2012, Sul e Sudeste se mantiveram est\u00e1veis, Norte e Centro-Oeste subiram 0,3 ponto percentual cada uma e, no Nordeste, houve queda de 0,3 ponto percentual no per\u00edodo de seis anos.<\/p>\n<p>Do total de residentes, 128,3 milh\u00f5es tinham algum tipo de rendimento em 2018, o que representou 61,7%. O maior percentual ficou na regi\u00e3o Sul (66,9%), se mantendo na frente durante seis anos. Os menores foram no Norte (53,8%) e no Nordeste (57,7%).<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da avalia\u00e7\u00e3o dos rendimentos de todos os tipos de trabalho e de outras fontes de pessoas residentes no Brasil, inclu\u00edda na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio Cont\u00ednua (PNAD Cont\u00ednua) Rendimento de Todas as Fontes 2018, divulgada, na quarta-feira, 16, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p><strong>Tipos de rendimentos<\/strong><\/p>\n<p>O levantamento indica que, na distribui\u00e7\u00e3o das pessoas por tipo de rendimento recebido, em 2018, as que tinham ganhos de todos os trabalhos eram 43,4% da popula\u00e7\u00e3o residente, o que representou 90,1 milh\u00f5es de pessoas, enquanto em 2012 eram 86,1 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o aos rendimentos provenientes de outras fontes, em 2018 eram 24,9% dos residentes, que somavam 51,8 milh\u00f5es. Seis anos antes eram 46,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os residentes da regi\u00e3o Sul representaram a maior parte de quem tinha ganhos habitualmente recebidos de todos os trabalhos (48,1%). E o segundo maior percentual do rendimento de origem em outras fontes (25,9%).<\/p>\n<p>Repetindo comportamento de 2012, o Nordeste continuou com o menor percentual de pessoas com vencimento recebido de todos os trabalhos (36,2%) e o maior percentual das que recebiam de outras fontes (28,2%).<\/p>\n<p>Entre 2012 e 2014, o Brasil registrou tend\u00eancia de crescimento da participa\u00e7\u00e3o do rendimento de todos os trabalhos, sendo o maior percentual anotado em 2014 (44,3%). Mas, em 2015, houve uma revers\u00e3o da trajet\u00f3ria de crescimento at\u00e9 atingir o menor percentual em 2017 (43,1%).<\/p>\n<p><strong>Outras fontes<\/strong><\/p>\n<p>No rendimento de outras fontes, a situa\u00e7\u00e3o foi diferente e o movimento de expans\u00e3o verificou-se desde o in\u00edcio da s\u00e9rie, sendo que, em 2017, alcan\u00e7ou 24,1% e, em 2018, passou para 24,9%. Segundo o IBGE, influenciado, principalmente, pela expans\u00e3o de 1,5 ponto percentual na regi\u00e3o Sudeste em 2018.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, entre os componentes dos rendimentos de outras fontes, houve predom\u00ednio da categoria de aposentadoria ou pens\u00f5es, que representou 14,6% na popula\u00e7\u00e3o residente com rendimento.<\/p>\n<p>O percentual ficou em 7,7% em outros rendimentos, setor que inclui, por exemplo, seguro-desemprego, programas de transfer\u00eancia de renda do governo e ganhos de poupan\u00e7a. Com pens\u00e3o aliment\u00edcia, doa\u00e7\u00e3o ou mesada de n\u00e3o morador ficou em 2,5%, e com aluguel e arrendamento, 2,1%.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, desde 2012, o crescimento do percentual de pessoas com rendimento de aposentadoria e pens\u00e3o foi notado em todas das grandes regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No Sudeste, entre 2017 e 2018, houve a expans\u00e3o de 0,9 ponto percentual na propor\u00e7\u00e3o de pessoas com este tipo de rendimento. Na compara\u00e7\u00e3o com 2012, a regi\u00e3o Sul teve 2,3 pontos percentuais, o maior crescimento, passando de 16,0% para 18,3% em seis anos.<\/p>\n<p>Gerente da pesquisa, Maria L\u00facia Vieira disse que essa varia\u00e7\u00e3o pode ser causada pelo perfil et\u00e1rio dos residentes, uma vez que \u00e9 a popula\u00e7\u00e3o mais envelhecida do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Desigualdade econ\u00f4mica<\/strong><\/p>\n<p>Ainda nas grandes regi\u00f5es do pa\u00eds, o \u00edndice de Gini &#8211; indicador que mede distribui\u00e7\u00e3o, concentra\u00e7\u00e3o e desigualdade econ\u00f4mica e varia de 0 (perfeita igualdade) at\u00e9 1 (m\u00e1xima concentra\u00e7\u00e3o e desigualdade) &#8211; no rendimento m\u00e9dio real de todos os trabalhos subiu de 2017 para 2018.<\/p>\n<p>No Nordeste, a desigualdade dos rendimentos caiu porque as pessoas que comp\u00f5em o grupo de 1% dos mais ricos tiveram perda. Em 2017, o Gini dessa regi\u00e3o ficou em 0,531, indo para 0,520 em 2018.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Norte e Nordeste foram as \u00fanicas que tiveram queda naqueles do 1% mais rico. \u201cNo Sudeste, o 1% mais rico, de 2017 para 2018, teve um aumento da renda de todos os trabalhos de quase 18%; nesse mesmo per\u00edodo, no Nordeste, o 1% mais rico teve queda de 16,5%. Ent\u00e3o, esse recuo no Nordeste est\u00e1 mais relacionado \u00e0 queda dos rendimentos de extratos mais ricos\u201d, disse a analista da Coordenadoria de Trabalho e Rendimento (Coren) do IBGE, Adriana Ara\u00fajo Beringuy.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A regi\u00e3o Sudeste \u00e9 a que concentra o maior n\u00famero de residentes no Brasil. Em 2018, eram 42,2% do total de 207,9 milh\u00f5es de pessoas no pa\u00eds. Em 2012, os residentes eram 197,7 milh\u00f5es. 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