{"id":131362,"date":"2019-01-18T14:14:30","date_gmt":"2019-01-18T16:14:30","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=131362"},"modified":"2019-01-18T14:18:56","modified_gmt":"2019-01-18T16:18:56","slug":"juiz-de-fora-berco-de-grandes-compositores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=131362","title":{"rendered":"JUIZ DE FORA: ber\u00e7o de grandes compositores"},"content":{"rendered":"<p>Atrav\u00e9s de experi\u00eancias pessoais ou vividas por amigos ou familiares, surgem as ideias para in\u00fameras m\u00fasicas que tocam diariamente nas nossas playlists. Seja para um momento divertido, celebrar o amor ou para curtir a famosa \u2018bad\u2019, sempre temos uma m\u00fasica que se encaixa para aquele momento. Antes dos arranjos e da voz, a experi\u00eancia precisa ser externada e a hist\u00f3ria contada para ser cantada. E esse \u00e9 o papel do compositor, que teve seu dia celebrado no \u00faltimo dia 15 de janeiro.<\/p>\n<p>Juiz de Fora \u00e9 ber\u00e7o de m\u00fasica de qualidade e artistas completos. A cidade respira a primeira arte sendo palco para o nascimento de muitos int\u00e9rpretes e compositores e tamb\u00e9m se tornando o local escolhido para muitos artistas que nasceram em outros munic\u00edpios, mas que escolheram a Manchester Mineira para divulgar o seu trabalho ao p\u00fablico.<\/p>\n<p>Por aqui, temos v\u00e1rios nomes como Alessandra Crispin, Guido Del\u2019Duca, Roger Resende, entre muitos outros. Cada um deles com sua individualidade na arte de compor (e cantar).<\/p>\n<p>Alessandra Crispin, Cantora e Compositora nascida e criada em Juiz de Fora, come\u00e7ou sua liga\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica por influ\u00eancia de familiares. \u201cMeu pai tinha muitos vinis, ent\u00e3o a gente ouvia de tudo, eram vinis variados, como Roberto Carlos, Sandra de S\u00e1, Alcione e outros nesses estilos musicais. Esse foi meu primeiro contato com a m\u00fasica\u201d, disse. O desenvolvimento de seu lado instrumentista surgiu por volta dos 12 anos de idade atrav\u00e9s de uma tia, j\u00e1 falecida, que era violinista autodidata. \u201cIsso me despertou a vontade de tocar viol\u00e3o e instrumento de percuss\u00e3o\u201d, relembra. Na decis\u00e3o de ser cantora, Alessandra destaca que n\u00e3o teve influ\u00eancia da fam\u00edlia. Ela iniciou a carreira aos 14 anos se apresentando tocando viol\u00e3o. \u201cEstou indo para os16 anos me apresentando na m\u00fasica, mas como cantora em carreira solo tem 5 anos\u201d.<\/p>\n<p>Foi na inf\u00e2ncia que ela desenvolveu a pr\u00e1tica da composi\u00e7\u00e3o. \u201cEu tive a sorte de estudar em uma escola municipal, do bairro Nova Era, a Escola Municipal Cec\u00edlia Meireles, que tinha uma diretora, chamada Dona Olga, que fomentava muito a cultura dentro da escola. Ela sempre promovia v\u00e1rios festivais, como o festival Primavera, ou gincanas que a gente tinha que escrever jingles ou criar m\u00fasicas in\u00e9ditas e eu sempre participava\u201d, comenta. Para Alessandra, a diretora da escola que escolheu na inf\u00e2ncia teve um papel crucial na sua escolha pela m\u00fasica. Alessandra acredita que j\u00e1 escreveu em torno de 30 m\u00fasicas. \u201cGeralmente n\u00e3o penso muito nisso\u201d, disse. Ela destaca que n\u00e3o tem composi\u00e7\u00e3o favorita, mas composi\u00e7\u00f5es que tem importante representatividade em momentos de sua vida. \u201cUma m\u00fasica que est\u00e1 no meu primeiro CD, que chama \u2018Meu Bicho\u2019, que eu acho ser uma m\u00fasica que me traduz muito na minha sa\u00edda da adolesc\u00eancia e acredito que outros adolescentes tamb\u00e9m se identificam com ela\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Em 2018, Alessandra lan\u00e7ou, no dia de seu anivers\u00e1rio, a m\u00fasica \u2018Presente\u2019. Transformando o sentimento de revolta em can\u00e7\u00e3o e cantou sobre Marielle. \u201cFeita para exterminar minha revolta depois do assassinato de Marielle, que infelizmente at\u00e9 os dias de hoje, n\u00e3o tem uma resposta dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis\u201d, explica. Para 2019, ela comenta sobre a m\u00fasica \u2018O Peso da Pele\u2019 que ainda n\u00e3o foi lan\u00e7ada. Essa can\u00e7\u00e3o, explica, traz a realidade de toda a popula\u00e7\u00e3o negra brasileira, retratando todo o cotidiano. \u201cNingu\u00e9m ouviu ainda. Acredito que a galera da minoria vai se identificar\u201d. As m\u00fasicas \u2018Presente\u2019 e \u2018O Peso da Pele\u2019 fazem parte do novo projeto de Alessandra que deve sair depois do carnaval.<\/p>\n<p>Para ela, nos \u00faltimos anos um grande n\u00famero de juiz-foranos passou a dar mais aten\u00e7\u00e3o para a m\u00fasica autoral. \u201cTem muito musico bom e cantores e bandas que s\u00f3 trabalham com m\u00fasicas autorais, ent\u00e3o voc\u00ea chegar no show deles e ver a lota\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, traz esperan\u00e7a para o cantor independente. Eu vejo que Juiz de Fora tem dado uma visibilidade muito boa para essa galera que gosta de compor. Eu que canto em meus shows musicas de releituras, hoje fico muito mais \u00e0 vontade em apresentar minhas m\u00fasicas autorais por causa desse movimento\u201d, disse.<\/p>\n<p>Outro nome do cen\u00e1rio juiz-forano \u00e9 Guido Del\u2019Duca, cantor e compositor ou \u2018cantautor\u2019. \u201c\u00c9 aquele que canta a sua composi\u00e7\u00e3o\u201d, explica. Guido, nascido em Santa Rita do Sapuca\u00ed, Sul de Minas, veio para Juiz de Fora na adolesc\u00eancia. Com estilo influenciado pela MPB e pelo folk, ele conta que cresceu ouvindo m\u00fasica. \u201cMeu pai tem uma cole\u00e7\u00e3o grande de CDs de rock e eu cresci ouvindo. Meu irm\u00e3o come\u00e7ou a tocar viol\u00e3o quando eu era crian\u00e7a ent\u00e3o eu j\u00e1 tinha um viol\u00e3o por perto e a\u00ed eu comecei a estudar\u201d, disse. O artista estudou teclado, piano e baixo el\u00e9trico e depois come\u00e7ou a cantar acompanhado do viol\u00e3o. Aos 12 anos ele come\u00e7ou a primeira banda com alguns amigos e cantavam cover em ingl\u00eas. Quando tinha aproximadamente 14 anos come\u00e7ou a compor. Aos 15 iniciou sua trajet\u00f3ria cantando em barzinho e est\u00e1 completando sua d\u00e9cada como musica.<\/p>\n<div id=\"attachment_131369\" style=\"width: 462px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-131369\" class=\" wp-image-131369\" src=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"452\" height=\"452\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-300x300.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-150x150.jpg 150w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-768x770.jpg 768w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-1022x1024.jpg 1022w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-180x180.jpg 180w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-600x600.jpg 600w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-120x120.jpg 120w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-360x361.jpg 360w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2-80x80.jpg 80w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_2.jpg 1277w\" sizes=\"auto, (max-width: 452px) 100vw, 452px\" \/><p id=\"caption-attachment-131369\" class=\"wp-caption-text\">Quando tinha aproximadamente 14 anos come\u00e7ou a compor. Aos 15 iniciou sua trajet\u00f3ria cantando em barzinho e est\u00e1 completando sua d\u00e9cada como musica. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>A carreira autoral de Guido com lan\u00e7amento profissional come\u00e7ou em 2015. \u201cFoi quando eu comecei a lan\u00e7ar minhas primeiras composi\u00e7\u00f5es de uma forma mais profissional, mas eu comecei a compor logo depois de come\u00e7ar a tocar, a maioria das m\u00fasicas eu compunha em ingl\u00eas. Aos 15 eu fiz uma m\u00fasica em portugu\u00eas que eu toco at\u00e9 hoje e entrou no meu primeiro disco e se chama \u2018Olhe Amigo\u2019\u201d, disse. Desde a adolesc\u00eancia Guido fazia seus rascunhos, mas muito deles n\u00e3o foram registrados. At\u00e9 hoje, ele acredita suas composi\u00e7\u00f5es chegam \u00e0 casa das 50, entre as gravadas e n\u00e3o gravadas.<\/p>\n<p>Perguntado sobre uma m\u00fasica favorita, o cantautor responde \u201cque a gente acaba gostando mais do que estamos fazendo por agora. Eu tenho isso de gostar das m\u00fasicas que eu fiz recentemente\u201d, comenta. Sem revelar os nomes das can\u00e7\u00f5es, ele destaca duas composi\u00e7\u00f5es recentes, ainda n\u00e3o gravadas, que est\u00e3o na sua lista de preferidas. \u201cA \u00faltima can\u00e7\u00e3o que eu gravei que \u00e9 muito importante se chama \u2018Dois Dias\u2019 e entrou completando o ep que eu lancei no final do ano passado\u201d, comenta. Ele destaca \u2018Dois Dias\u2019 como a respons\u00e1vel por refletir o momento atual de sua carreira.<\/p>\n<p>Guido Del\u2019Duca \u00e9 estudante de Direito, mas atualmente est\u00e1 com faculdade trancada. Atuando como T\u00e9cnico Administrativo, ele conta que ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sobreviver apenas da m\u00fasica. \u201cJ\u00e1 dei aula de viol\u00e3o e toquei em barzinho para poder pagar as contas. Hoje eu n\u00e3o posso dizer que vivo de m\u00fasica, \u00e9 meio que uma renda complementar, mas meu objetivo \u00e9 esse. Fazer minha m\u00fasica chegar \u00e0s pessoas a ponto delas consumirem e eu conseguir sobreviver dela\u201d, comenta. Comparada a sua cidade natal, Guido acredita que Juiz de Fora oferece grandes oportunidades, mas destaca que \u201cnada se compara ao que eu ou\u00e7o falar de S\u00e3o Paulo e at\u00e9 do Rio de Janeiro. Definitivamente uma coisa que eu aprendi aqui \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 pra ficar em Juiz de Fora caso voc\u00ea queira ser um m\u00fasico compositor, um m\u00fasico autoral porque o p\u00fablico \u00e9 muito reduzido\u201d, comenta. Ele acredita que teria mais espa\u00e7o se as pessoas se interessassem mais pelo novo. Para 2019, Guido quer focar na divulga\u00e7\u00e3o do trabalho mais recente e ainda disse que h\u00e1 o planejamento de lan\u00e7ar alguns singles. \u201cEu estou planejando uma nova m\u00fasica, uma parceria com um rapper da cidade para lan\u00e7armos talvez no meio do ano\u201d, conta.<\/p>\n<p>Roger Resende, cantor e compositor, com 35 anos de carreira completos em 2018, leva o samba no seu estio musical. Sua liga\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica come\u00e7ou em S\u00e3o Jo\u00e3o Nepomuceno, que fica 65,1km de Juiz de Fora, dentro de casa. \u201cAos 7 anos eu ganhei meu primeiro instrumento de presente que foi um cavaquinho e fui ter aulas com meu av\u00f4\u201d, disse. Al\u00e9m do primeiro incentivo das aulas com o av\u00f4, Roger conta que cresceu ouvindo muita m\u00fasica. \u201cSempre vivi em um ambiente bem musical\u201d. Sendo de fam\u00edlia de m\u00fasicos, j\u00e1 tendo aprendido o cavaquinho por cerca quatro ou cinco anos, ele conta que aos 13 ele come\u00e7ou a aprender viol\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_131372\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-131372\" class=\" wp-image-131372\" src=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_3-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_3-300x200.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_3-768x512.jpg 768w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_3-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_3-360x240.jpg 360w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIVULGA\u00c7\u00c3O-USAR-ESSA_3.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><p id=\"caption-attachment-131372\" class=\"wp-caption-text\">\u201cSempre vivi em um ambiente bem musical\u201d, disse. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Na adolesc\u00eancia, nos encontros na pra\u00e7a da cidade para tocar viol\u00e3o, Roger desenvolveu o seu lado compositor. A primeira composi\u00e7\u00e3o surgiu junto a alguns amigos que, juntos, eram um grupo musical, inspirados em grupos da d\u00e9cada de 80 no estilo MPB e Pop. \u201cEu tamb\u00e9m ouvia muito a galera do Fundo de Quintal. Al\u00e9m disso, eu fui membro da ala de compositores da escola de samba da cidade, a Esplendor do Morro, onde eu ajudava um amigo meu a compor os sambas dele atrav\u00e9s da harmoniza\u00e7\u00e3o do viol\u00e3o. Posso dizer que minha hist\u00f3ria come\u00e7a a acontecer por volta dos 14 anos\u201d, disse. Ele destaca que come\u00e7ou a ter uma grande influ\u00eancia do samba atrav\u00e9s do contato com a escola de samba Esplendor do Morro e que usa, at\u00e9 os dias de hoje, o que aprendeu durante o tempo na escola. \u201cEu pulava muito carnaval na \u00e9poca e hoje, nesse per\u00edodo do ano, eu fa\u00e7o show em baile com repert\u00f3rio totalmente carnavalesco\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Roger Resende chegou a morar por quase d\u00e9cada no Rio de Janeiro, entre os anos de 1992 e 2000. Logo em seguida ele volta para Juiz de Fora definitivamente. Desde 2003, ele vem desenvolvendo projetos na cidade. Em maior de 2018, ele recebeu o t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Honor\u00e1rio de Juiz de Fora. \u201cAcho que foi muito em fun\u00e7\u00e3o do que eu procuro fazer pelo samba da cidade\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Para o sambista, no munic\u00edpio, apenas o p\u00fablico abra\u00e7a a m\u00fasica e os compositores locais. Com 200 composi\u00e7\u00f5es, Resende diz gostar muito de todas as m\u00fasicas e n\u00e3o tem uma preferida. \u201cEu vejo tanto as pessoas elogiando m\u00fasicas que eu nem esperava e eu fico t\u00e3o feliz, mas eu n\u00e3o tenho uma m\u00fasica que eu tenha uma \u2018quedinha\u2019 a mais\u201d, comenta. Ele destaca 4 m\u00fasicas que o p\u00fablico responde com um feedback positivo, sendo elas: \u2018Agradecimento\u2019, \u2018Queria Morar Num Boteco\u2019, \u2018Algaravia\u2019, uma m\u00fasica em parceria com outros compositores, e a m\u00fasica \u2018Haver\u00e1 Ax\u00e9\u2019.<\/p>\n<p>Para 2019, Roger Resende pretende continuar trabalhando nas m\u00fasicas autorais e em outros projetos. \u201cTrabalhar a democratiza\u00e7\u00e3o da arte e da cultura para que nas ruas as pessoas possam ter acesso e elas terem liberdade de falar \u2018eu gosto\u2019 e \u2018eu n\u00e3o gosto\u2019\u201d, disse.<\/p>\n<p>Todos os artistas citados nesta mat\u00e9ria est\u00e3o com seus trabalhos dispon\u00edveis nas plataformas digitais. Al\u00e9m disso, para saber mais sobre cada um deles \u00e9 poss\u00edvel encontr\u00e1-los atrav\u00e9s das redes sociais com seus respectivos nomes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>ALESSANDRA CRISPIN<\/strong><\/span><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/6EVFxkYiVClqUXKnxhyRis\">Spotify<\/a><\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"1170\" height=\"658\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eIT5P7O132s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>GUIDO DEL&#8217;DUCA<\/strong><\/span><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/artist\/5TWz9SVdCuWZCnzB7UAeQn\">Spotify<\/a><\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"1170\" height=\"658\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iLjVPXorBYo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>ROGER RESENDE<\/strong><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/artist\/3ysDLAmsEfXSf28fBRFuxv\"><em>Spotify<\/em><\/a><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"1170\" height=\"658\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WhN1soGtlC0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atrav\u00e9s de experi\u00eancias pessoais ou vividas por amigos ou familiares, surgem as ideias para in\u00fameras m\u00fasicas que tocam diariamente nas nossas playlists. 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