{"id":126580,"date":"2018-11-26T12:12:27","date_gmt":"2018-11-26T14:12:27","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=126580"},"modified":"2018-11-26T12:12:27","modified_gmt":"2018-11-26T14:12:27","slug":"divida-publica-cai-044-em-outubro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=126580","title":{"rendered":"D\u00edvida p\u00fablica cai 0,44% em outubro"},"content":{"rendered":"<p>A D\u00edvida P\u00fablica Federal (DPF), que inclui o endividamento interno e externo do Brasil, teve queda de 0,44% e passou de R$ 3,779 trilh\u00f5es em setembro para R$ 3,763 trilh\u00f5es em outubro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 26, em Bras\u00edlia, pela Secretaria do Tesouro Nacional do Minist\u00e9rio da Fazenda.<\/p>\n<p>A D\u00edvida P\u00fablica Mobili\u00e1ria Federal interna (DPMFi) \u2013 que \u00e9 a parte da d\u00edvida p\u00fablica que pode ser paga em reais \u2013 teve o estoque reduzido em 0,17% ao passar de R$ 3,628 trilh\u00f5es para R$ 3,622 trilh\u00f5es, devido ao resgate l\u00edquido (vencimentos dos t\u00edtulos p\u00fablicos foram maiores do que as emiss\u00f5es) de R$ 32,81 bilh\u00f5es, compensada, em parte, pela apropria\u00e7\u00e3o positiva de juros, no valor de R$ 26,54 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A apropria\u00e7\u00e3o de juros representa o reconhecimento gradual das taxas que corrigem os juros da d\u00edvida p\u00fablica. As taxas s\u00e3o incorporadas m\u00eas a m\u00eas ao estoque da d\u00edvida, conforme o indexador de cada papel.<\/p>\n<p>O estoque da D\u00edvida P\u00fablica Federal externa (DPFe), captada do mercado internacional, tamb\u00e9m teve redu\u00e7\u00e3o. A queda chegou a 6,73% sobre o estoque apurado em setembro, encerrando outubro em R$ 140,95 bilh\u00f5es (US$ 37,91 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a d\u00edvida p\u00fablica poder\u00e1 encerrar este ano entre R$ 3,78 trilh\u00f5es e R$ 3,98 trilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Por meio da d\u00edvida p\u00fablica, o governo pega recursos emprestados dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma corre\u00e7\u00e3o, que pode ser definida com anteced\u00eancia, no caso dos t\u00edtulos prefixados, ou seguir a varia\u00e7\u00e3o da taxa Selic, da infla\u00e7\u00e3o ou do c\u00e2mbio. A varia\u00e7\u00e3o do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de t\u00edtulos p\u00fablicos em leil\u00f5es pela internet (Tesouro Direto) ou pela emiss\u00e3o direta. Al\u00e9m disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empr\u00e9stimo para o Tesouro, tomado de uma institui\u00e7\u00e3o ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada regi\u00e3o. J\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o do endividamento se d\u00e1, por exemplo, pelo resgate de t\u00edtulos.<\/p>\n<h2>Detentores da d\u00edvida<\/h2>\n<p>Em outubro, os maiores detentores dos t\u00edtulos p\u00fablicos federais (DPMFi) eram os fundos de investimento, com 25,99% da d\u00edvida, alcan\u00e7ando R$ 941,52 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O grupo Previd\u00eancia ficou em segundo lugar, com uma participa\u00e7\u00e3o relativa de 25,29% (R$ 915,9 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Em seguida, est\u00e3o as institui\u00e7\u00f5es financeiras com 22,66%, com R$ 820,64 bilh\u00f5es. Os estrangeiros representam 11,97% (R$ 433,41 bilh\u00f5es). J\u00e1 o governo possui 4,17% da d\u00edvida p\u00fablica (R$ 150,89); as seguradoras, 4,01% (R$ 145,22 bilh\u00f5es); e outros, 5,92% (R$ 214,52 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p><em>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A D\u00edvida P\u00fablica Federal (DPF), que inclui o endividamento interno e externo do Brasil, teve queda de 0,44% e passou de R$ 3,779 trilh\u00f5es em setembro para R$ 3,763 trilh\u00f5es em outubro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 26, em Bras\u00edlia, pela Secretaria do Tesouro Nacional do Minist\u00e9rio da Fazenda. 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