{"id":117176,"date":"2018-09-02T06:00:08","date_gmt":"2018-09-02T09:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=117176"},"modified":"2018-08-30T21:41:14","modified_gmt":"2018-08-31T00:41:14","slug":"conheca-os-melhores-roteiros-para-curtir-o-inverno-na-serra-catarinense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=117176","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a os melhores roteiros para curtir o inverno na Serra Catarinense"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como as temperaturas ainda est\u00e3o baixas e as frentes frias n\u00e3o cessam, vamos falar um pouquinho de destinos para o inverno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As temperaturas mais baixas do Brasil ocorrem nas montanhas da Serra Catarinense, regi\u00e3o com altitudes pr\u00f3ximas a dois mil metros. Foram os fazendeiros locais que introduziram o turismo rural no Brasil, adaptando suas fazendas centen\u00e1rias para receber h\u00f3spedes. Os serranos encantam com a hospitalidade calorosa, a comida farta e deliciosa e a oferta de atividades ao ar livre \u2013 como as cavalgadas -, que rapidamente sintonizam o visitante com a exuberante natureza local.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Serra Catarinense \u00e9 composta de 17 cidades, algumas delas com vastos territ\u00f3rios \u2013 \u00e9 o caso de Lages, a maior do estado em extens\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Regi\u00e3o mais fria do Brasil \u00e9 o \u00fanico lugar do pa\u00eds onde invariavelmente neva a cada inverno, mesmo que por poucos dias. Nessas ocasi\u00f5es, a paisagem de arauc\u00e1rias e campos cobre-se inteiramente de branco e at\u00e9 as cachoeiras congelam. O cen\u00e1rio fascina visitantes de todos os cantos do pa\u00eds \u2013 \u201cnem parece Brasil\u201d, ouve-se com frequ\u00eancia.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_117178\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-117178\" class=\"wp-image-117178 size-full\" src=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-02-3.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"462\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-02-3.jpg 1024w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-02-3-300x135.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-02-3-768x347.jpg 768w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-02-3-360x162.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-117178\" class=\"wp-caption-text\">Na Serra Catarinense \u00e9 poss\u00edvel conhecer 17 munic\u00edpios que oferecem excelentes hospedagens e restaurantes em um cen\u00e1rio onde o turismo \u00e9 incr\u00edvel. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Visitar a Serra, contudo, n\u00e3o \u00e9 um programa apenas para o inverno. Viajar para a regi\u00e3o com a fam\u00edlia em meses mais quentes \u00e9 tamb\u00e9m garantia de divers\u00e3o e lazer, j\u00e1 que a maior parte dos atrativos continua por l\u00e1 durante as demais esta\u00e7\u00f5es. Se n\u00e3o h\u00e1 neve, pode-se tomar banho nos rios e nas cachoeiras abundantes na regi\u00e3o ou testemunhar a florada de v\u00e1rias esp\u00e9cies de \u00e1rvores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m da exuber\u00e2ncia da natureza, a presen\u00e7a humana \u00e9 o outro ingrediente essencial do encanto da Serra Catarinense. As fazendas centen\u00e1rias, a cultura campeira com forte influ\u00eancia ga\u00facha, a culin\u00e1ria, as taipas da Coxilha Riva (muros artesanais de pedras basalto encaixadas para resistir ao tempo) e as vis\u00f5es buc\u00f3licas de povoados rurais completam o espet\u00e1culo inesquec\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na Serra est\u00e3o situados os pontos mais altos do estado. Quase todos os munic\u00edpios que formam a regi\u00e3o ficam acima de mil metros de altitude \u2013 e est\u00e3o a apenas duas horas de carro do litoral. Em Urubici ficam o Morro da Boa Vista (1.827 m) e a famosa Pedra Furada, no topo de uma eleva\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima ao Morro da Igreja (1.822 m). Ali ocorreu a temperatura mais baixa oficialmente registrada no Brasil: 17,8\u00baC negativos, em 1996, com sensa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica de 40\u00baC negativos provocada pelo vento impiedoso.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_117179\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-117179\" class=\"wp-image-117179 size-full\" src=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-03-6.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"462\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-03-6.jpg 1024w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-03-6-300x135.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-03-6-768x347.jpg 768w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-03-6-360x162.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-117179\" class=\"wp-caption-text\">As temperaturas na regi\u00e3o variam e at\u00e9 pode nevar em alguns momentos do inverno. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Serra Catarinense \u00e9 o ber\u00e7o do turismo rural no pa\u00eds. Na regi\u00e3o surgiram as primeiras pousadas rurais e hot\u00e9is-fazenda, que adicionaram a estruturas r\u00fasticas e centen\u00e1rias, \u201cluxos\u201d, como salas de gin\u00e1stica, saunas e antenas parab\u00f3licas, tudo para oferecer conforto e lazer aos visitantes \u2013 sem esquecer que a natureza, a simplicidade da vida no campo e a heran\u00e7a cultural s\u00e3o os atrativos mais fascinantes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais do que a calorosa acolhida, essas est\u00e2ncias oferecem ainda a oportunidade de usufruir a vida do campo, vivenciando experi\u00eancias in\u00e9ditas para o morador de centros urbanos \u2013 a ordenha de vaca ou a pescaria em a\u00e7udes. As atividades oferecidas incluem cavalgadas, passeios de charrete e visitas \u00e0s atra\u00e7\u00f5es naturais. S\u00e3o programas que est\u00e3o acess\u00edveis nos diversos hot\u00e9is-fazenda instalados na regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Pedra Furada, curiosa forma\u00e7\u00e3o que assemelha a uma janela de 30m de di\u00e2metro, parece ter sido cuidadosamente colocada \u00e0 vista de quem chega ao topo do Morro da Igreja, no munic\u00edpio de Urubici. A Serra do Rio do Rastro, com a c\u00e9lebre estrada que rasga montanhas e c\u00e2nions, pode ser vislumbrada em toda sua grandeza no mirante \u00e0 beira do pared\u00e3o em Bom Jardim da Serra. Mas s\u00f3 mesmo descendo ou subindo pelo caminho tortuoso para sentir as fortes emo\u00e7\u00f5es que a estrada proporciona. Sensa\u00e7\u00e3o semelhante ocorre na lend\u00e1ria Serra do Corvo Branco, liga\u00e7\u00e3o pioneira entre a serra e o litoral. Imposs\u00edvel n\u00e3o ser arrebatado pela for\u00e7a da natureza ao iniciar a descida por Urubici, atravessando a garganta cercada por dois pared\u00f5es de rocha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">,A Serra Catarinense tamb\u00e9m apresenta excelentes condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica do ecoturismo e de esportes radicais. Adeptos de rapel, montanhismos, trekking e voo livre deliciam-se com o relevo acidentado da regi\u00e3o, em que c\u00e2nions, rios, cachoeiras \u2013 algumas com mais de 100m de altura \u2013 e picos s\u00e3o encontrados com surpreendente abund\u00e2ncia. No Snow Valley, em S\u00e3o Joaquim, pode-se descer em uma tirolesa (travessia por cabo de a\u00e7o com aux\u00edlio de carretilha) de 350m, estendida sobre a mata nativa, que inclui xaxins centen\u00e1rios \u2013 presume-se que alguns tenham 500 anos de idade.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_117180\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-117180\" class=\"wp-image-117180 size-full\" src=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-04-3.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-04-3.jpg 800w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-04-3-300x200.jpg 300w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-04-3-768x512.jpg 768w, https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/foto-04-3-360x240.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><p id=\"caption-attachment-117180\" class=\"wp-caption-text\">Imperd\u00edvel tamb\u00e9m \u00e9 conhecer a vista da Pedra Furada, no Morro da Igreja, o segundo ponto mais alto do Sul do Brasil (1.822 m de altitude). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para quem aprecia uma boa pesca, o Circuito da Truta abrange v\u00e1rios munic\u00edpios da regi\u00e3o. O peixe \u00e9 encontrado nos rios Pelotas, Canoas, do Bispo, do Tigre e Lava-Tudo. Em Urupema, as trutas podem ser vistas bem no centro da cidade, no Rio Caronas. Outras op\u00e7\u00f5es interessantes na regi\u00e3o s\u00e3o os pesque-pagues, nos quais o visitante pode levar para casa quantos peixes conseguir capturar nos a\u00e7udes destinados \u00e0 atividade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os restaurantes da regi\u00e3o re\u00fanem tr\u00eas caracter\u00edsticas muito apreciadas \u2013 fartura, qualidade e pre\u00e7o justo. Alguns dos melhores est\u00e3o nos hot\u00e9is-fazenda, mas h\u00e1 outras boas alternativas na regi\u00e3o central das cidades serranas principais. H\u00e1 ainda os pratos \u00e0 base de truta \u2013 a cria\u00e7\u00e3o desse peixe ocorre em v\u00e1rios munic\u00edpios da regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A tranquila S\u00e3o Joaquim \u00e9 famosa em todo o pa\u00eds por duas raz\u00f5es. A primeira s\u00e3o as baixas temperaturas \u2013 a cidade \u00e9 considerada \u201ca mais fria do Brasil\u201d. No inverno, basta a previs\u00e3o do tempo indicar possibilidade de neve, prenunciada pelo vento Sul, para que visitantes de todos os cantos comecem a chegar \u00e0s pequenas pousadas da cidade, casas de fam\u00edlia convertidas em locais de hospedagem. Quando a neve cai, adultos se juntam \u00e0s crian\u00e7as nas brincadeiras at\u00e9 ent\u00e3o conhecidas apenas pelos filmes e document\u00e1rios de TV, como a guerra de bolas e a constru\u00e7\u00e3o de bonecos de neve gorduchos. Parece incr\u00edvel, mas isso acontece no Brasil, um pa\u00eds tropical!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A outra raz\u00e3o da fama de S\u00e3o Joaquim \u00e9 o cultivo da ma\u00e7\u00e3, principal atividade econ\u00f4mica do munic\u00edpio. Ao se circular pelas estradas de terra no interior da cidade, \u00e9 comum ver pequenas planta\u00e7\u00f5es de macieiras ao lado das casas simples dos fruticultores. No chamado \u201coutono clim\u00e1tico\u201d, entre mar\u00e7o e o in\u00edcio de maio, a temperatura raramente passa de 24\u00baC e pode cair abaixo de zero \u2013 \u00e9 a temporada de colheita.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em maio, ainda que n\u00e3o oficialmente, o inverno chega para valer. No per\u00edodo que se estende at\u00e9 outubro, a temperatura permanece por longos per\u00edodos abaixo de 10\u00baC e as m\u00e1ximas raramente ultrapassam 20\u00baC. A partir do final de setembro, a bel\u00edssima florada das macieiras e das cerejeiras, estas \u00faltimas tamb\u00e9m comuns na regi\u00e3o, enchem o ar com perfume suavemente adocicado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais uma vantagem da regi\u00e3o: boas estradas, com tr\u00e2nsito tranquilo. A Serra Catarinense fica entre o Leste e o Oeste catarinenses, com f\u00e1cil acesso de ambas as dire\u00e7\u00f5es. Lages est\u00e1 no entroncamento rodovi\u00e1rio entre a BR-116 (Norte-Sul) e a BR-282(Leste-Oeste). Basta um mapa simples, para encontrar, sem dificuldade, os caminhos da Serra. Os acessos principais e as liga\u00e7\u00f5es entre as cidades s\u00e3o quase sempre pavimentados. Mesmo as estradas de terra s\u00e3o f\u00e1ceis de trafegar com tempo bom. Na \u00e9poca de frio, deve-se ter maior cuidado devido \u00e0 neblina e \u00e0 possibilidade de gelo no asfalto, que o torna escorregadio. Inclua na bagagem um bom protetor solar, repelente de mosquitos, cal\u00e7ados confort\u00e1veis e lanterna (essencial para visitar as cavernas da regi\u00e3o). E, nunca \u00e9 demais lembrar, leve muitos agasalhos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como as temperaturas ainda est\u00e3o baixas e as frentes frias n\u00e3o cessam, vamos falar um pouquinho de destinos para o inverno. As temperaturas mais baixas do Brasil ocorrem nas montanhas da Serra Catarinense, regi\u00e3o com altitudes pr\u00f3ximas a dois mil metros. 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