{"id":112854,"date":"2018-07-26T08:28:37","date_gmt":"2018-07-26T11:28:37","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/?p=112854"},"modified":"2018-07-26T08:28:53","modified_gmt":"2018-07-26T11:28:53","slug":"consumo-de-video-online-ja-e-preferido-por-71-dos-internautas-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=112854","title":{"rendered":"Consumo de v\u00eddeo online j\u00e1 \u00e9 preferido por 71% dos internautas do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>O ato de assistir a filmes ou v\u00eddeos online ficou mais frequente no Brasil. Entre aqueles com acesso \u00e0 internet, o \u00edndice das pessoas que adotam essa pr\u00e1tica saiu de 49% para 71% entre 2012 e 2017. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Pesquisa TIC Domic\u00edlios, mais importante levantamento sobre internet e tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, produzida pelo Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informa\u00e7\u00e3o (Cetic.br), divulgada na ter\u00e7a-feira, 24.<\/p>\n<p>Com este crescimento, o ato de assistir v\u00eddeos online alcan\u00e7ou a primeira posi\u00e7\u00e3o entre as atividades multim\u00eddias realizadas pelos internautas brasileiros, empatando com o consumo de \u00e1udio na web. Este h\u00e1bito tamb\u00e9m aumentou, mas em menor propor\u00e7\u00e3o. Entre 2013 e 2017, consumir \u00e1udio passou de 63% para 71%. J\u00e1 o h\u00e1bito de jogar pela web ficou est\u00e1vel nos \u00faltimos cinco anos, variando de 33% para 34%.<\/p>\n<p>Segundo o ranking de sites Alexa, das cinco p\u00e1ginas mais acessadas do pa\u00eds, duas t\u00eam entre suas atividades principais o oferecimento de v\u00eddeos online: YouTube, em 3\u00ba, e Globo.com, em 5\u00ba. O Netflix, popular servi\u00e7o de streaming pago de v\u00eddeos, aparece em 14\u00ba. J\u00e1 o Xvideos, que divulga conte\u00fados pornogr\u00e1ficos, \u00e9 o 15\u00ba. O relat\u00f3rio YouTube Insights 2017, da pr\u00f3pria plataforma, registrou no ano passado 98 milh\u00f5es de usu\u00e1rios no pa\u00eds. O Netflix n\u00e3o divulga sua quantidade de usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>DOWNLOAD DE V\u00cdDEOS E M\u00daSICA<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Enquanto o streaming avan\u00e7ou, o download de conte\u00fados (quando o arquivo precisa ser transferido para o computador antes de ser executado como filme ou m\u00fasica) foi reduzido no caso dos conte\u00fados audiovisuais. O download de m\u00fasicas saiu de 46% em 2012 para 42% em 2017. No mesmo per\u00edodo, o de filmes caiu de 31% para 23%. Houve acr\u00e9scimo nos jogos, de 18% para 26%, e no de programas e aplicativos, de 16% para 24%.<\/p>\n<p>H\u00e1 diferen\u00e7as grandes nesse h\u00e1bito por idade. As pessoas entre 16 e 24 anos baixam m\u00fasicas (64%) acima de tr\u00eas vezes mais do que aquelas com mais de 60 anos (19%). No download de s\u00e9ries, essa diferen\u00e7a sobe para mais de quatro vezes. J\u00e1 a renda n\u00e3o aparece como fator direto. Os \u00edndices maiores de conte\u00fados baixados est\u00e3o na faixa intermedi\u00e1ria de 5 a 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>COMPARTILHAMENTO E CRIA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O compartilhamento de conte\u00fados na web foi uma pr\u00e1tica de 73% dos internautas em 2017. Entre as pessoas com ensino fundamental, o \u00edndice ficou em 64%, enquanto nas que conclu\u00edram o ensino superior foi de 83%. A faixa et\u00e1ria mais ativa foi a de 16 a 24 anos, com 81%. A pr\u00e1tica decai conforme a idade, ficando em 54% acima no grupo de pessoas com 60 anos ou mais. O compartilhamento tamb\u00e9m varia conforme a renda, indo de 65% nas classes D\/E at\u00e9 87% na classe A.<\/p>\n<p>J\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o \u00e9 realidade menos frequente entre os internautas. Em 2017, 37% postaram textos, imagens, v\u00eddeos ou fotos e 20% criaram ou atualizaram blogs ou sites. No recorte por idade, a faixa mais ativa na publica\u00e7\u00e3o de conte\u00fados foi a de 16 a 34 anos (45%). J\u00e1 entre as classes, houve uma relativa estabilidade, com a pr\u00e1tica ocorrendo 39% dos internautas da classe A e 35% das pessoas das classes D\/E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>TEND\u00caNCIA DE CRESCIMENTO<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da pesquisadora em m\u00eddias digitais e doutoranda do Instituto Brasileiro de Informa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Tecnologia (IBICT), Daniela Dantas, diversos fatores v\u00eam impulsionando o consumo de v\u00eddeo online no pa\u00eds e no mundo e devem estimular o crescimento deste fen\u00f4meno nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>Entre estes, est\u00e3o a maior disponibilidade de plataformas de distribui\u00e7\u00e3o destes conte\u00fados, especialmente de forma gratuita, uma conectividade maior das pessoas, a dissemina\u00e7\u00e3o dos dispositivos m\u00f3veis e mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumo audiovisual dos usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ato de assistir a filmes ou v\u00eddeos online ficou mais frequente no Brasil. 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