{"id":107328,"date":"2018-06-08T12:53:16","date_gmt":"2018-06-08T15:53:16","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/?p=107328"},"modified":"2018-06-08T12:54:06","modified_gmt":"2018-06-08T15:54:06","slug":"combustiveis-e-energia-eletrica-elevam-inflacao-para-040-em-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=107328","title":{"rendered":"Combust\u00edveis e energia el\u00e9trica elevam infla\u00e7\u00e3o para 0,40% em maio"},"content":{"rendered":"<p>Pressionada pela alta dos combust\u00edveis, principalmente a gasolina, e da energia el\u00e9trica, a infla\u00e7\u00e3o &#8211; medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; fechou maio com alta de 0,40%, praticamente dobrando em rela\u00e7\u00e3o ao apurado na alta de abril: 0,22%.<\/p>\n<p>Mesmo com o aumento, o resultado acumulado nos primeiros cinco meses do ano ficou em 1,33%, o menor para o per\u00edodo desde a implanta\u00e7\u00e3o do Plano Real, em 1994.<\/p>\n<p>Os dados foram divulgados hoje, 8, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e indicam que a infla\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos 12 meses subiu para 2,86% contra 2,76% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio do ano passado, a alta foi de 0,31%.<\/p>\n<p>O IPCA \u00e9 a infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds e serve de balizamento para o plano de metas fixado pelo Banco Central. O indicador acumulado em 12 meses continua abaixo da meta fixada pelo BC: 3%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>O PESO DA ENERGIA EL\u00c9TRICA<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A maior contribui\u00e7\u00e3o para a alta da infla\u00e7\u00e3o em maio, segundo o IBGE, veio do grupo habita\u00e7\u00e3o, em decorr\u00eancia da press\u00e3o exercida pela energia el\u00e9trica. O grupo, que havia variado 0,17% em abril, fechou maio com alta de 0,83% &#8211; expans\u00e3o de 0,66 ponto percentual e uma contribui\u00e7\u00e3o de 0,13 ponto percentual para o IPCA do m\u00eas.<\/p>\n<p>Isoladamente, a energia el\u00e9trica subiu 3,53% ap\u00f3s a entrada em vigor da bandeira amarela e dos reajustes em sete capitais, chegando a 18,53% em Belo Horizonte e a 16,95% em Salvador.<\/p>\n<p>O gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gon\u00e7alves, disse, no entanto, que, embora tenha tido o maior reajuste, o impacto da alta de Belo Horizonte ainda n\u00e3o foi sentido porque os novos pre\u00e7os come\u00e7aram a valer em 28 de maio, ou seja, perto do fim do per\u00edodo da pesquisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>A INFLU\u00caNCIA DOS COMBUST\u00cdVEIS<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Os maiores impactos individuais, para cima e para baixo, foram registrados na gasolina (alta de 3,34%) e nas passagens, neste caso uma defla\u00e7\u00e3o (infla\u00e7\u00e3o negativa) de 14,71%. O \u00f3leo diesel subiu 6,16% e, junto com a gasolina, reflete os aumentos de pre\u00e7os nas refinarias.<\/p>\n<p>No caso do diesel, o IBGE informou que, com a greve dos caminhoneiros e o desconto de 10% no pre\u00e7o do diesel a partir do dia 24 de maio, o \u00faltimo per\u00edodo da coleta registrou pre\u00e7os menores. O etanol manteve a queda de abril (-2,73%), com os pre\u00e7os em m\u00e9dia 2,8% mais baratos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>VARIA\u00c7\u00c3O POR GRUPOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O grupo alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 0,32% em maio. Tanto os alimentos para consumo no domic\u00edlio (0,36%) quanto a alimenta\u00e7\u00e3o fora (0,26%) tiveram acelera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os em maio.<\/p>\n<p>Em maio, o grupo dos transportes subiu 0,4%, de um lado pressionado pela gasolina, que, com a alta de 3,34%, contribuiu com 0,15 ponto percentual para a taxa global. J\u00e1 o \u00f3leo diesel teve alta de 6,16% e contribui\u00e7\u00e3o de 0,01 ponto percentual. O etanol, que em abril acusou queda de 2,73%, permaneceu na mesma trajet\u00f3ria com os pre\u00e7os, em m\u00e9dia, 2,8% mais baratos e com -0,03 ponto percentual de impacto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>NOVOS MUNIC\u00cdPIOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O IBGE informou que, at\u00e9 abril, o Sistema Nacional de \u00cdndices de Pre\u00e7os ao Consumidor (SNIPC) abrangia as Regi\u00f5es Metropolitanas de Bel\u00e9m, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vit\u00f3ria, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Curitiba e Porto Alegre, al\u00e9m de Bras\u00edlia, Goi\u00e2nia e Campo Grande.<\/p>\n<p>Agora, j\u00e1 a partir de maio, passou a incorporar tamb\u00e9m\u00a0 Rio Branco, S\u00e3o Lu\u00eds e Aracaju. O maior \u00edndice de infla\u00e7\u00e3o regional ficou com Salvador (alta foi de 1,11% em virtude da varia\u00e7\u00e3o de 18,45% na energia el\u00e9trica), e o menor em Bras\u00edlia (alta de 0,15% por causa da queda de 13,91% nas passagens a\u00e9reas).<\/p>\n<p>O IPCA se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento de um a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos e abrange 10 regi\u00f5es metropolitanas, al\u00e9m de Aracaju, Bras\u00edlia, Campo Grande, Goi\u00e2nia, Rio Branco e S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pressionada pela alta dos combust\u00edveis, principalmente a gasolina, e da energia el\u00e9trica, a infla\u00e7\u00e3o &#8211; medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; fechou maio com alta de 0,40%, praticamente dobrando em rela\u00e7\u00e3o ao apurado na alta de abril: 0,22%. 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