{"id":105824,"date":"2018-05-25T20:36:17","date_gmt":"2018-05-25T23:36:17","guid":{"rendered":"http:\/\/diarioregionaljf.com.br\/?p=105824"},"modified":"2018-05-25T20:36:17","modified_gmt":"2018-05-25T23:36:17","slug":"pesquisa-mostra-que-80-dos-brasileiros-buscam-alimentacao-saudavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionaldigital.com.br\/?p=105824","title":{"rendered":"Pesquisa mostra que 80% dos brasileiros buscam alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>A maioria dos brasileiros se esfor\u00e7a para manter uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, buscando consumir produtos mais frescos e nutricionalmente ricos. O resultado faz parte de levantamento in\u00e9dito divulgado esta semana pela\u00a0Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp).<\/p>\n<p>Oito em cada dez brasileiros afirmam que se esfor\u00e7am para ter uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e 71% dos entrevistados apontam que preferem produtos mais saud\u00e1veis, mesmo que tenham que pagar caro por eles. O mesmo percentual (71%) admite estar satisfeito com a pr\u00f3pria alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A pesquisa ouviu tr\u00eas mil pessoas com mais de 16 anos em 12 regi\u00f5es metropolitanas brasileiras, entre setembro e outubro do ano passado. A margem de erro \u00e9 de 1.8 pontos percentuais. O levantamento tamb\u00e9m compara os resultados atuais com o \u00faltimo estudo, feito em 2010.<\/p>\n<p>Apesar da constata\u00e7\u00e3o de que os brasileiros t\u00eam buscado se alimentar melhor, a pesquisa verificou algumas contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o de \u201cter comido demais\u201d aumentou nos \u00faltimos sete anos, passando de 52% em 2010 para 56% no ano passado. Na hora de escolher entre um alimento mais saud\u00e1vel e outro com melhor sabor, 61% admitiram preferir aqueles mais saborosos \u2013 alta de cinco pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2010. O \u00edndice de brasileiros que consideram a comida saud\u00e1vel muito sem gosto tamb\u00e9m \u00e9 significativo, de 54% em 2010 e 52% em 2017.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Internet<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m revelou a mudan\u00e7a na fonte usada como busca de informa\u00e7\u00f5es sobre alimenta\u00e7\u00e3o e sa\u00fade.<\/p>\n<p>Em 2010, a maior parte dos entrevistados (40%) se informava pela televis\u00e3o, 19% buscavam a internet e 20% consultavam m\u00e9dicos ou nutricionistas. No ano passado, a internet se tornou a principal fonte de informa\u00e7\u00f5es, com 40% da participa\u00e7\u00e3o, a televis\u00e3o caiu para 24% e m\u00e9dicos e nutricionistas responderam por 18%.<\/p>\n<p>O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, voltado \u00e0 pesquisa e estrat\u00e9gia, acredita que a influ\u00eancia das informa\u00e7\u00f5es obtidas na internet e redes sociais \u00e9 uma tend\u00eancia clara. \u201cEm ambiente de mensagens, as receitas s\u00f3 perdem para correntes religiosas\u201d, disse ele.<\/p>\n<p>Influenciadores digitais e programas de televis\u00e3o criaram um fen\u00f4meno <em>gourmet<\/em> tamb\u00e9m na prepara\u00e7\u00e3o de alimentos em casa.<\/p>\n<p>Outros fatores levados em conta s\u00e3o o receio da viol\u00eancia nas grandes cidades em sa\u00eddas para restaurantes e a redu\u00e7\u00e3o de custos, acentuada pela crise econ\u00f4mica. O n\u00famero de pessoas que disseram n\u00e3o ter tempo para cozinhar diminuiu de 46% para 38%. \u201cComo a crise se prolongou mais do que estamos acostumados, em termos hist\u00f3ricos muitas mudan\u00e7as foram incorporadas\u201d, avaliou Meirelles.<\/p>\n<p>Nas g\u00f4ndolas dos supermercados, a expectativa \u00e9 que, em dez anos, os consumidores passem a procurar por produtos mais nutritivos e sem conservantes. \u201cCada vez mais, o consumidor vai buscar informa\u00e7\u00e3o, e vai come\u00e7ar a exigir mais da ind\u00fastria para que entregue qualidade e transpar\u00eancia na composi\u00e7\u00e3o do produto\u201d, disse o presidente do instituto.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Agrot\u00f3xicos<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Entre os aspectos considerados importantes durante o processo de compra est\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o do uso de agrot\u00f3xico, cujo \u00edndice subiu de 19% em 2010 para 20% no ano passado. O assunto \u00e9 tema de vota\u00e7\u00e3o na C\u00e2mara dos Deputados, com o projeto que, na pr\u00e1tica, revoga a atual lei de agrot\u00f3xicos.\u00a0Criticado por ambientalistas, com o projeto, o registro dos agrot\u00f3xicos serviria apenas para produtos que apresentem risco considerado \u201cinaceit\u00e1vel\u201d para a sa\u00fade humana e o meio ambiente.<\/p>\n<p>O gerente do Departamento de Agroneg\u00f3cio da Fiesp, Ant\u00f4nio Carlos Costa, defende que a legisla\u00e7\u00e3o sobre o uso de agrot\u00f3xicos seja modernizada. \u201cVoc\u00ea precisa ter mecanismos mais \u00e1geis para incorporar tecnologias. Se hoje um registro de procutos demora sete ou dez anos para acontecer, isso significa que a gente esta abrindo m\u00e3o de novas tecnologias, que geram menos impactos e estariam dispon\u00edveis caso esse processo fosse mais r\u00e1pido\u201d, disse.<\/p>\n<p>Fonte; Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maioria dos brasileiros se esfor\u00e7a para manter uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, buscando consumir produtos mais frescos e nutricionalmente ricos. O resultado faz parte de levantamento in\u00e9dito divulgado esta semana pela\u00a0Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp). 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